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	<title>Maximo Ravenna &#187; Testemunhos</title>
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		<title>M.A.L – 50 anos (sexo masculino)</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Aug 2013 13:42:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[41 aos 60 anos]]></category>

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		<description><![CDATA[Resolvi compartilhar, em breves e desarrumadas palavras, meu depoimento que dei nesta manhã no grupo terapêutico do Ravenna: A experiência única do contato intenso com a natureza desta temporada da viagem em Bonito; revigorado e energizado pelo poder e beleza &#8230;]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Resolvi compartilhar, em breves e desarrumadas palavras, meu depoimento que dei nesta manhã no grupo terapêutico do Ravenna:<br />
A experiência única do contato intenso com a natureza desta temporada da viagem em Bonito; revigorado e energizado pelo poder e beleza da rica fauna e flora da região da Serra da Bodoquena em MS, me fez transcender para uma forca exterior e interior, onde pude perceber &#8211; e me perceber &#8211; a minha evolução do meu ser neste meio século de vida que vai se fechando no próximo dia 21/12 que, por coincidência ou destino, o dia que começa o verão, o dia mais energizado  do ano!!!!</p>
<p>Me senti nesta viagem, literalmente, como uma criança na Disney&#8230;tamanho era meu contentamento, encantamento e energia.<br />
Pela primeira vez, na minha fase adulta, em uma viagem, me senti preenchido, alimentado pela força da oxigenação da endorfina, estimulando e jogando a minha dopamina nas alturas&#8230; A resposta esta ali; não precisamos de anciolíticos ou mesmo anti-depressivos , a resposta esta na força na beleza da natureza e do universo que te abraça e te acolhe como uma criança. Voltei ao sentimento puro, desconectado completamente do alimento , ou vontade / prazer em comer. Alimentei-me do ar puro da natureza, intenso, sagrado da felicidade!</p>
<p>Estou 43 quilos mais novo!</p>
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		<title>C.M &#8211; 49 anos (sexo masculino) – 28 quilos eliminados</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Jun 2013 12:57:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[41 aos 60 anos]]></category>
		<category><![CDATA[Testemunhos]]></category>

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		<description><![CDATA["Hoje eu sei que tenho um problema crônico, que não tem cura e entendi que só tratando a cabeça eu vou conseguir permanecer magro"]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Hoje eu sei que tenho um problema crônico, que não tem cura e entendi que só tratando a cabeça eu vou conseguir permanecer magro&#8221;</p>
<p>Entrei na clínica com 116 quilos e hoje peso 88. Eliminei esse peso em três  meses e as mudanças, além de rápidas, foram muitas, não apenas na balança, mas na minha vida por completo. De mudanças simples, como não usar mais roupas apertadas, a outras muito importantes, pois, após o tratamento, foram suspensas quatro medicações diárias, para tratar problemas de saúde associados à obesidade, entre eles pressão alta e colesterol. Quando entrei na manutenção, após todos os exames feitos, os médicos me informaram que eu não precisava mais fazer uso dessas medicações.</p>
<p>Outro benefício veio com a qualidade do meu sono. Devido à obesidade, eu sofria de apnéia, chegando  a ter 243 interrupções numa mesma noite. Passava os dias irritado e sonolento, pois o meu sono não era reparador e isso tinha total relação com meu sobrepeso. Hoje meu sono é de ótima qualidade, durmo bem e acordo disposto todos os dias.</p>
<p>Para falar da minha auto-estima, basta dizer que saí do manequim 52 para o 42. Mudei meu guarda-roupa por completo. Minha certeza era tanta de que iria chegar ao peso certo que, no segundo mês do tratamento, doei todas as minhas roupas de gordo. Eu sempre tive duas seções de roupas, a de gordo e a de muito gordo, porque na minha vida ou eu estava muito gordo ou estava de dieta, mas nunca magro, cheguei a pesar 130 quilos.</p>
<p>Sempre pratiquei esportes, mas o excesso de peso me limitava. Hoje eu faço academia, jogo basquete, estou sempre traçando novas metas e alcançando-as e isso é muito estimulante e motivador.</p>
<p>Mas o ganho mais significativo que o tratamento Ravenna trouxe para minha vida foi entender a minha compulsão alimentar e aprender a lidar com ela. Ouvindo os relatos de outras pessoas que vivem o mesmo problema, passei a entender porque eu tinha certos tipos de atitudes.  Hoje eu sei que tenho um problema crônico, que não tem cura e entendi que só tratando a cabeça eu vou conseguir permanecer magro. A dimensão da psicologia é fundamental para o sucesso, pois isso muda tudo na vida.</p>
<p>Na Clínica, adquiri importantes informações que transformei em conhecimento, para usá-lo no enfrentamento do meu problema, que é incurável. De quebra, me inseri em um novo grupo de convivência, onde todos estão compartilhando o mesmo objetivo e isso é muito gratificante. Fora isso, o ambiente da Clínica é muito agradável e toda a equipe altamente profissional. Virei fã do Método e, como não poderia deixar de ser, garoto-propaganda também.</p>
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		<title>A.V.P. , 52 anos (sexo feminino)</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Sep 2012 12:23:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[41 aos 60 anos]]></category>
		<category><![CDATA[Testemunhos]]></category>
		<category><![CDATA[Salvador - 25 quilos eliminados]]></category>

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		<description><![CDATA[“Este depoimento é, principalmente, para atingir as mulheres com mais de 40 anos que entraram numa fase em que muitas crises batem à porta.”]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>“Este depoimento é, principalmente, para atingir as mulheres com mais de 40 anos que entraram numa fase em que muitas crises batem à porta, sendo comum viver deixando o tempo passar. Não! Nós podemos sim continuar na ativa, ser felizes com saúde, magras, bonitas e desejáveis. Não é uma dieta, é um aprendizado para a vida toda”<br />
<span id="more-2724"></span><br />
Minha família tem histórico de problemas cardíacos e, diante do meu sobrepeso, minha irmã vinha me pedindo para eu experimentar o Método Ravenna. Descrente, não fui e permanecia infeliz com o meu corpo. Depois dos 45 anos, quando entrei na menopausa, cheguei a pesar 87 quilos, comia de tudo, bebia de tudo, e ouvi de um médico que o meu corpo não responderia a mais nenhum estímulo natural, apenas a medicamentos. Aí eu pensei, ‘tô velha e acabada’, e desci ladeira abaixo.</p>
<p>No dia 28 de julho de 2010, nós perdemos nossa mãe, que morreu de infarto fulminante. Eu estava com 50 anos e minha irmã, de novo, me pediu para que eu fizesse alguma coisa por mim, para que não viesse a deixar esse mundo do mesmo jeito, por conta da minha gordura visceral. Eu lembro que, nessa época, eu descansava os braços na minha gordura enquanto dirigia. Era notável a minha insatisfação e tristeza com a minha condição física. Nunca fui feliz gorda.</p>
<p>Dias depois de minha mãe morrer, resolvi então buscar o tratamento do Método Ravenna. Fui descrente e foi desse jeito que passei por todas as consultas. Minha tristeza chegou a chamar a atenção da psicóloga, tamanha era minha expressão de desânimo. Com uma semana de dieta, porém, comecei a ver a diferença.</p>
<p>Descobri que, na verdade, o Método Ravenna é um tratamento de saúde e, diante dos primeiros resultados, resolvi investir de vez nesse projeto. Passei a fazer refeições diariamente na clínica, planejei minha vida de forma que o tratamento se tornasse viável pra mim. Assim, mantendo-me firme na decisão dia após dia, para minha surpresa diante da minha desconfiança inicial, eliminei 23 quilos em quatro meses.</p>
<p>Sempre freqüentei os grupos terapêuticos e percebi, ao longo do processo, que o problema da obesidade não era exclusivamente meu. Descobri que, diante do fardo da minha gordura, havia me tornado uma pessoa negativa, que fazia drama com o mínimo problema. A gordura não faz parte da gente, é algo que a gente carrega como uma sobra, um peso, um excedente.</p>
<p>O que eu mais quero daqui pra frente é aproveitar minha nova condição. É bom demais ser magra, e a maior expressão desse prazer é hoje praticar e gostar de um esporte, logo eu que nunca fiz nada nesse sentido, a não ser levantar um copo de chopp.</p>
<p>Desde que comecei o tratamento, passei a fazer musculação funcional na clínica, mas quando entrei na manutenção sabia que era importante encontrar uma atividade física para ajudar a manter o peso. Nunca gostei de academia, mas gostava de caminhar, e então decidi entrar no Clube de Corrida.<br />
Logo na primeira semana, os três pacientes que faziam parte do grupo, saíram, e eu fiquei sozinha com o professor Tiago. Enquanto vencia o desafio das dores do primeiro mês, estimulava outros pacientes e ingressar no Clube. Até hoje muitos deles me agradecem por isso.</p>
<p>Um mês depois, sempre estimulada e apoiada pelo professor Tiago, passei a sentir prazer com a corrida, ainda alternada, nesse momento, com trechos de caminhada. Daí em diante correr passou a ser puro prazer. É o momento de encontro comigo mesma, quando reflito, faço planos e sonho, sabendo que vou realizar. Antes eu apenas sonhava. Na fase de manutenção, perdi mais dois quilos.</p>
<p>A minha primeira inscrição numa corrida de rua foi no Circuito das Estações Adidas Verão 2010, em 19/12/2010, mas não tive coragem de fazer porque fiquei com muito medo de não conseguir e de não gostar. Apenas em abril de 2011, aconteceu então a minha primeira corrida efetivada, na II Ravenna Bahia Walk-Running. Na corrida organizada pela clínica me encorajei porque me sentia protegida ao lado dos meus amigos pacientes e de toda equipe técnica do Método Ravenna.</p>
<p>Ao conseguir completar a prova, chorei muito e agradeci muito aos profissionais por esta minha conquista. De lá pra cá participei da Eco Run 2011 (5 Km), Adidas Verão 2011 (5 Km), Fila Night Run 2012 (5 Km), Adidas Outono 2012 (5 Km), 2a meia maratona da caixa 2012 (5 Km) e Adidas Inverno 2012 (10Km) esta concluída em uma hora.</p>
<p>O Método Ravenna foi minha última cartada para evitar uma cirurgia bariátrica, pois já estava me conformando com a idéia de engordar mais um pouco para me encaixar no peso aceito para a indicação ao procedimento cirúrgico.</p>
<p>Eu não penso no tempo perdido, no que ficou pra trás, meu foco agora é no que virá, com a certeza de que sou capaz de realizar tudo aquilo que eu colocar como meta. A minha história, a minha vitória, a minha paixão pela corrida e, sobretudo, a minha felicidade diante das minhas conquistas, fizeram de mim uma pessoa muito alegre e, por essas tantas razões, conhecida e querida na clínica. Costumo dizer que não tem preço a saúde de ser magra.</p>
<p>Este depoimento é, principalmente, para atingir as mulheres com mais de 40 anos que entraram numa fase em que muitas crises batem à porta, sendo comum viver deixando o tempo passar. Não! Nós podemos sim continuar na ativa, ser felizes com saúde, magras, bonitas e desejáveis. Qualquer crise, seja ela no trabalho, no casamento ou em qualquer acontecimento que seja, tem jeito ao nos permitirmos MERGULHAR NO TRATAMENTO. Não é uma dieta, é um aprendizado para a vida inteira.</p>
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		<title>J.F &#8211; 29 ANOS (sexo feminino)</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Sep 2012 18:00:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[15 aos 29 anos]]></category>
		<category><![CDATA[Testemunhos]]></category>
		<category><![CDATA[22 quilos eliminados]]></category>

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		<description><![CDATA["Sem o apoio e incentivo de vocês eu não estaria aqui hoje tão feliz! Obrigada!!"]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Venho aqui para compartilhar com vocês minha alegria!!! Consegui também vencer a primeira etapa e, no dia 13 de agosto de 2012, entrei para o grupo de TRANSIÇÃO!!! Estou muito feliz pela conquista! Entrei aqui em março e hoje eu comemoro 22,7kg eliminados! Aprendi no Centro Terapêutico Máximo Ravenna Salvador não só a emagrecer, mas aprendi muitas outras coisas, tão importantes quanto.<br />
<span id="more-2685"></span><br />
 Aprendi a respeitar os alimentos, mas também aprendi a me respeitar. Percebi que todos nós somos capazes de qualquer coisa, basta para isso querermos! Quando a gente quer muito alguma coisa, temos que colocar nossa meta como prioridade na nossa vida. Eu quis muito poder um dia me sentir verdadeiramente magra e hoje estou aqui super feliz e MAGRA! Para conseguir isso tive que me priorizar em diversas situações, percebi que ter amor próprio é bem diferente de ser egoísta e simplesmente me apaixonei por mim mesma, dando total prioridade às minhas vontades e necessidades.</p>
<p>O engraçado disso tudo foi que acabei conquistando mais a admiração das pessoas ao meu redor por me mostrar tão determinada e persistente! O apoio da clínica, dos profissionais, dos pacientes e da minha musa inspiradora, Norma Facchinetti, foram essenciais para essa minha conquista. Só tenho a agradecer a todos que, de forma indireta e direta, me ajudaram a vencer essa primeira etapa.</p>
<p>Sei que agora vou começar um novo desafio, talvez ainda maior que o de emagrecer, mas eu quero muiiiiiiiiiiiiiito conseguir aprender a me alimentar de forma que eu não volte a engordar! E se eu quero muito, eu vou conseguir! Apesar de ser paciente à distancia, percebi a imensa importância dos grupos terapêuticos, do apoio da clínica nesse processo! Sem o apoio e incentivo de vocês eu não estaria aqui hoje tão feliz! Obrigada!! =) Beijos</p>
]]></content:encoded>
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		<title>MCM – 53 anos (sexo feminino)</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Aug 2012 14:42:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[41 aos 60 anos]]></category>
		<category><![CDATA[Testemunhos]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil – 33 quilos eliminados]]></category>

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		<description><![CDATA[A Campanha do peso solidário foi a materialização coletiva do sucesso do nosso grupo e a canalização desta energia para auxilio ao próximo. Muito gratificante!!]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Não sei se consigo colocar em palavras todas as emoções deste processo de emagrecimento que, na realidade, é um resgate de mim mesma. Antes de começar, a minha sensação era equivalente a estar em um atoleiro, em uma área de areia movediça. Uma sensação de afundar a cada dia mais sem chance de escapar, desejando profundamente uma mudança, mas sem acreditar nesta possibilidade. Enfim, sentindo a vida passando e vendo a margem&#8230;<br />
<span id="more-2653"></span><br />
Sem acreditar, comecei o tratamento no Ravenna e&#8230;. surpresa! Não senti fome e, aos poucos, fui emagrecendo&#8230;Fui participando de todas as atividades, conhecendo pessoas e suas histórias. Descobri que não estava sozinha!! Ganhei uma força e uma determinação no meu objetivo de emagrecer que me surpreendeu. Neste ponto voltei a acreditar. Dia a dia, mês a mês. Foram cinco meses e 33 kg eliminados.<br />
Agora uma nova fase começou na minha vida. As novas sensações são alegria, confiança, poder e prazer. Agora não estou à margem sou protagonista da minha vida!!</p>
<p>A Campanha do peso solidário foi a materialização coletiva do sucesso do nosso grupo e a canalização desta energia para auxilio ao próximo. Muito gratificante!!</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>A.V.V &#8211; 28 anos (sexo feminino)</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Apr 2012 20:44:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[15 aos 29 anos]]></category>
		<category><![CDATA[Testemunhos]]></category>

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		<description><![CDATA[Confesso que quando ouvi falar pela primeira vez da clínica, não acreditava muito nas possibilidades oferecidas, quanto à perda de peso e dos grupos terapêuticos.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Em tratamento</p>
<p>Confesso que quando ouvi falar pela primeira vez da clínica, não acreditava muito nas possibilidades oferecidas, quanto à perda de peso e dos grupos terapêuticos. Precisava perder peso, mas sempre arranjava uma desculpa quando me falavam sobre a clínica: &#8220;Ah, é distante da minha casa&#8221;, &#8220;Não tenho tempo para ir até a Tancredo Neves todos os dias só pra isso&#8221;&#8230; Fora que já vinha sendo acompanhada por uma nutricionista, mas sem perdas significantes.<span id="more-2214"></span></p>
<p>No dia 20 de julho, meu aniversário, conversando com meu irmão, ele me sugeriu conhecer o tratamento, visitar a clínica e participar de um grupo, para tirar da minha cabeça o que já havia escutado sobre o método e, quem sabe, me tornar uma paciente. Fui, mente aberta, e me surpreendi. E ali decidi que ia experimentar o método. Fui à palestra com Cibele, marquei as consultas e no dia 27 de julho dei início, efetivamente, ao tratamento. Pesava 129kg, medidas astronômicas, precisando perder praticamente metade de mim. Mas confiante.</p>
<p>Até dezembro, foram 26,7kg perdidos, o que me fez recuperar a auto-estima, a confiança em mim e me conhecer melhor. A rotina cansativa e as armadilhas do verão me distanciaram da clínica, todo dia arranjava uma desculpa para não estar lá. Foram quatro meses de oscilação de peso. Com 7kg ganhos neste período, decidi retornar e correr atrás do prejuízo e do tempo perdido. Já eliminei 2kg e estou confiante que agora, levando o processo mais a sério, alcançarei meu objetivo logo logo. Hoje peso 107kg, saí da obesidade mórbida e estou prestes a sair da grave e entrar na moderada. Com o auxílio dos grupos terapêuticos, dos profissionais e dos colegas de tratamento, sei que conseguirei.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>C. S. C &#8211; 30 anos (sexo feminino)</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Nov 2011 14:01:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[30 aos 40 anos]]></category>
		<category><![CDATA[Testemunhos]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil - 19 quilos reduzidos]]></category>

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		<description><![CDATA[“Fiz acontecer, porque a única coisa que cai do céu é chuva; e a única que coisa que se ganha sem esforço é PESO!”]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Eu sempre fui a típica gordinha que aprende a contornar o sobrepeso com excesso de comprometimento profissional. A gente se ilude e essa é a mais pura verdade. A gente encobre com a comida todos os dramas e todos os traumas, como se deles pudéssemos nos esconder. Passei 16 anos, de uma curta vida de apenas 30, usando subterfúgios para comer escondido, sempre na máxima quantidade que eu conseguisse, seguindo as velhas e conhecidas ordens de frisson da comida. Para manutenção do bom humor, um afago no estômago e pronto; a vida voltava a ser linda novamente, mas, em segundos, se fazia preciso mais uma dose dessa medicação. Vivia em dois turnos: de dia, a mulher supostamente bem sucedida, forte, quiçá brilhante; a noite, apenas uma menina desamparada, temerosa, já sem grandes esperanças. Ao deitar, a fim de encerar mais um ciclo diário, eu, de fato, nunca  encontrava a saciedade que minha alma buscava.<span id="more-1192"></span><br />
Até hoje, essa paz, eu ainda não encontrei. Estou na busca. Ouvi, certa feita, comentários sobre Ravenna e os desprezei; noutra oportunidade, ouvindo outros tantos elogios, surpreendi-me com a promessa de que tratavam distúrbios alimentares. Para alguém que já freqüentou grupos de comedores compulsivos anônimos e já havia tentado todos os tipos e modalidades de dieta, encarar um novo desafio, sob a ótica de extirpar da vida a compulsão alimentar, seria como “tirar doce de criança”. Recebi a dieta e, como boa filha de alemão e pessoa extremamente disciplinada, aquilo me pareceu fácil; com o passar dos dias, aprendi que não se trata de ser fácil ou difícil, trata-se, apenas, de algo possível, quando se tem reforçada, por méritos próprios, a decisão de emagrecer.<br />
E assim comecei a ouvir e a internalizar inúmeros conselhos: de fato, “vontade dá e passa”; se “não comi, perdi”; “para o essencial, o radical”; e, sem dúvidas, é preciso “relaxar” sem perder o foco. Iniciei a dieta carregando sobre mim 17 quilos extras, que de nada me serviram, exceto para me causar dores e constrangimentos. Sinto que muito pratiquei nos últimos 04 (quatro) meses. Iniciei minha saga sem saber nem mesmo o que estava acontecendo. Recebi a dieta e segui as instruções. No primeiro mês, emagreci lindamente quase 11% de meu peso; no segundo, mesmo fazendo tudo certinho, a balança não fez jus aos meus esforços; no terceiro, para minha glória, retomei o emagrecimento na forma e condições esperadas pela clínica. Ufa. Alívio. E pertinho da meta desejei eliminar mais 2 quilinhos para arrematar. Todos os profissionais, em especial os psicólogos e minha nutricionista, me deram todo o suporte que precisei. Se dúvidas surgiram, fui amparada e direcionada a seguir pelo melhor caminho. Essa sensação de não estar só foi fundamental. Paixão? Sim. Continuo loucamente apaixonada. A mesma paixão que senti desde o primeiro dia. Os dias se passaram e eu tripliquei a admiração pelo tratamento diante de, pela primeira vez na minha vida, vislumbrar a possibilidade de ser e me manter magra.</p>
<p>O receio de encarar a manutenção foi devargarzinho substituído pela certeza de que criei habilidades para enfrentar essa jornada. Se pequei? Lógico. Ninguém é de ferro. Duas viagens e as medidas se ampliaram um pouco, o que classifico como absolutamente normal. Tropeços? Nenhum. Especialmente porque entendi que o sucesso de todo o processo, na verdade, sempre dependeu somente de mim e de minha determinação em seguir instruções; se não posso negociar, não faço escolhas (porque já procuro pré-determinar meus atos), não dramatizo, SOFRO, me angustio, mas sigo; nem é simples assim, mas a gente cria artifícios para dominar os pensamentos. Conversei, como nunca!, comigo mesma.Tive que ser dócil com o tratamento, porque de nada adiantaria ir de encontro aquilo que só me fazia bem. Se tenho autocontrole? Tento. Muito. Juro. Com todas as minhas forças. No dia que tiver isso, terei chegado no meu destino, porque a conquista atual é, tão somente, parcial.<br />
Desejo, de coração, entrar numa padaria e não ter as pupilas dilatadas e os batimentos cardíacos acelerados. Isso AINDA não foi possível, mas tenho curtido bastante ser alguém que faz escolhas saudáveis. Olhar-me no espelho tem sido sinônimo de alegrias. Mesmo grande, larga (seja lá como falam de mim na rua!), e fora dos padrões de beleza que se prega, sinto-me bem, porque bonito não é ser igual, é ser autêntico. Emagrecer não foi simplesmente “voltar para casa”; emagrecer foi criar um lar de afeto e carinho comigo mesma. Passei a me botar no colo, a cuidar de mim. Fiz acontecer, porque a única coisa que cai do céu é chuva; e a única que coisa que se ganha sem esforço é PESO!</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>J. A. F &#8211; 19 anos (sexo feminino)</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Nov 2011 13:51:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[15 aos 29 anos]]></category>
		<category><![CDATA[Testemunhos]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil - 48 quilos reduzidos]]></category>

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		<description><![CDATA[“O que estou ganhando é muito mais do que um corpo, é a reconquista de cada pedacinho meu que eu deixei se perder ao longo dos anos”]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Há cerca de um ano, meio que obrigada, tive meu primeiro contato com a clinica. Lembro-me como se fosse ontem o trabalho que dei para atendente na minha primeira entrevista. Depois de muito sacrifício, ela chamou Moema para ajudá-la. Ajudá-la com uma menina implicante e insistente que teimava em dizer que nada daquilo fazia sentido. Que não era possível nem saudável, quanto menos aceitável se propor a uma dieta tão restritiva quanto aquela. Moema lançou-me um desafio e disse: venha e conheça. Foi então que, movida por esse desafio, eu comecei o tratamento e passei a dar trabalho não só para a atendente, como para toda a equipe de profissionais, pois afinal eu jurava de pé junto que meu peso não era um problema.<span id="more-1190"></span></p>
<p>Eu pesava 114 kg mas o problema não era a dificuldade que eu tinha em subir uma escada, era o fato de não me quererem nos times de esporte. O problema não era ter 18 anos e usar um manequim 58 era simplesmente “não gostar” de comprar roupa. O problema não era um corpo nada desejável, era a falta de um namorado. O problema não era mal conseguir dançar, era terem me convencido a desistir do ballet. O problema eram as pessoas que não me aceitavam, eram as piadas que contavam ao meu respeito, era bulling era preconceito, crueldade o que quer que fosse, mas não o meu peso.   Até que logo no primeiro grupo do qual participei me questionaram: se não o problema não é esse então porque você chora tanto? E eu chorava cada vez mais e mais desesperada por ter que encarar que o problema não era apenas porque eu não queria e não aceitava que fosse. </p>
<p>É muito mais fácil acreditar que o problema está na forma com que o mundo funciona do que ter que lidar com o quanto a obesidade te machuca. É muito mais fácil acomodar-se uma situação e por pior que ela seja aprender (ou fingir que aprendeu) a aceitá-la, do que assumir a possibilidade de mais um fracasso. Mas então eu me dei conta que foi fazendo o mais fácil que cheguei a uma obesidade mórbida. E só a partir desse momento eu realmente comecei um tratamento, pois foi a partir daí que eu passei a tratar não só a minha obesidade mas a minha forma de encarar e lidar com as coisas. Foi quando eu comecei a olhar pra mim que eu percebi que comer porque queriam que eu emagrecesse me deixava tão em função das pessoas quanto não comer. Que da mesma forma que eu tinha compulsão por comida eu tinha compulsão por acertar, por estudar, por falar eu tinha compulsão por gente.Que eu nunca senti um desejo louco e incontrolável por guloseima nenhuma, mas que minha ansiedade em cima do que as pessoas achavam ou do quanto elas me aceitavam era tão grande que eu comia. Que eu me sentia tão mal comigo mesma, por conta do meu peso, que tentava insistentemente ser perfeita em todo o resto. Eu tinha o tempo todo que ter as melhores notas, ser melhor filha, a melhor amiga, a que mais agrada a que mais faz, a que mais ajuda a que mais tudo. Eu me via com um defeito tão grande que eu não conseguia aceitar mais nenhum outro. </p>
<p>Foi ao logo desse ano de tratamento que eu entendi que sou tão imperfeita quanto qualquer um aqui. Mas que sou forte o suficiente pra lidar com meus defeitos sem escondê-los, pra aceitar as criticas sem sofrer por elas, para assumir as restrições, perder 48kg e continuar caminhando com a certeza de que chegarei ao meu peso ideal. Pois o que eu tenho ganho é muito mais do que um corpo, é a reconquista de cada pedacinho meu que eu deixei se perder ao longo dos anos, é voltar a estar bem comigo mesma e a acreditar em mim, é tomar gosto por comprar roupas e sair de casa, é a possibilidade de ser vista cada vez menos e enxergada cada vez mais, é poder voltar a fazer ballet, conseguir dizer não, ser cantada na rua.É, principalmente, a construção de uma nova vida, de uma nova Juliana cada vez mais completa, feliz e autêntica. Sei que ainda tenho muito a conquistar, tanto na perda de peso quanto no meu psicológico. Mas hoje não tenho a menor dúvida de que conseguirei e de que é isso o que quero pra mim, pois se o caminho tem sido tão bom o lugar para onde ele leva só pode ser ainda melhor.</p>
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		<title>A. L. &#8211; 30 anos (sexo feminino)</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Dec 2010 20:20:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor</dc:creator>
				<category><![CDATA[30 aos 40 anos]]></category>
		<category><![CDATA[Testemunhos]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil - 23 quilos reduzidos]]></category>

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		<description><![CDATA["No mesmo dia que iniciei a dieta, tive a certeza de que estava no lugar certo para me tratar e já comecei a traçar metas e fazer planos para um futuro muito próximo"
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Eu estava com 80 kg, usando manequim 48, me sentindo a pior das mulheres, não conseguia nem olhar no espelho. Me sentia cansada , indisposta e comia tudo que passava na frente, não sabia viver sem os doces, chocolates e fast-foods. <span id="more-492"></span></p>
<p>Eu tinha consciência da minha compulsão alimentar, pois já havia ultrapassado todos os limites, mas eu não conseguia parar. Desde janeiro deste ano, fui umas três vezes a um endocrinologista que receitava fórmulas, mas mesmo assim não conseguia passar da quarta-feira, pois sempre começava na segunda-feira e no meio da semana, começava a comer achando que ia emagrecer assim mesmo, pura ilusão.</p>
<p>No dia 08/06/2009, fui à clínica pela primeira vez, já com todas as consultas marcadas. Tomei um susto quando fui informada que não comeria nenhum tipo de carboidrato. Enquanto aguardava entre uma consulta e outra imaginava se iria conseguir, se realmente valeria tanto a pena aquele investimento alto, pois a responsabilidade era muito grande. Jantei na clínica e vi que a comida além de gostosa era suficiente, pois fiquei realmente cheia com a quantidade oferecida e depois de participar do grupo terapêutico, então, fiquei encantada com tudo que ouvi dos pacientes e dos profissionais. Nesse mesmo dia, tive a certeza de que estava no lugar certo para me tratar e já comecei a traçar metas e fazer planos para um futuro muito próximo.</p>
<p>No decorrer do tratamento sempre me senti segura, tranqüila e sem nenhuma dificuldade em segui-lo, porque além de não sentir fome, a gente se desconecta totalmente da comida e aprende a vê-la com outros olhos, com olhos de pessoas magras. O grupo terapêutico é muito importante nesse momento, pois nos ensina, nos apóia, nos conforta e trocamos experiências com pessoas que vivem o mesmo que nós, a gente se vê em cada depoimento. É um prazer ir aos grupos e relatar cada quilo reduzido, que é parabenizado e aplaudido por todos.</p>
<p>Após 6 meses de tratamento, há um mês e meio em manutenção, com 23 kg reduzidos e usando manequim 38, me sinto vitoriosa por ter alcançado o meu peso ideal, que era um sonho distante. Agora, sou uma pessoa magra de corpo e alma e levarei este aprendizado para toda a minha vida, porque a felicidade e a auto-estima deste momento não tem preço.</p>
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		<title>TF – 34 anos (sexo feminino)</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Dec 2010 20:11:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor</dc:creator>
				<category><![CDATA[30 aos 40 anos]]></category>
		<category><![CDATA[Testemunhos]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil - 14 quilos reduzidos]]></category>

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		<description><![CDATA[“Minha auto-imagem nunca foi plena, era um entrave, o verão sempre foi um suplício, pois ir à praia significava encarar o meu corpo e admitir que era uma derrotada nesse assunto"]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong><br />
</strong>Eu sempre fui gordinha, uma criança gorda e gulosa, uma adolescente cheinha, que vivia de dieta, uma adulta que vivia engordando e emagrecendo, com um sobrepeso que sempre me incomodou muito. Nunca me aceitei como uma gorda assumida e feliz. Me sentir gorda sempre foi motivo de mau humor, me ver vencida pela comida sempre gerou longos períodos de introspecção e gasto de energia mental.<span id="more-487"></span></p>
<p>Minha primeira dieta fiz com sete anos de idade. Emagreci sim, mas voltei a engordar. Desde então, meus pais sempre acreditaram que eu havia aprendido o caminho para emagrecer. Quando estava com 14 anos, consegui repetir a mesma dieta e voltei a emagrecer oito quilos. Com o tempo, fui ganhando peso novamente e continuei acreditando que poderia emagrecer quando quisesse, apesar da dificuldade de cumprir uma semana sequer de dieta e de estar cada dia mais longe do corpo que eu almejava.</p>
<p>Meu corpo nunca me gerou grandes traumas. Dançava quando era adolescente, tive uma juventude feliz, namorei, casei, tenho um filho, mas, apesar disso, minha auto-imagem nunca foi plena, era um entrave, o verão sempre foi um suplício, pois ir à praia significava encarar o meu corpo e admitir que era uma derrotada nesse assunto, afinal a comida sempre me venceu, sempre foi mais forte que meu sonho de beleza, magreza e bem estar. Sempre senti inveja das meninas de corpo bem feitinho, sem gorduras dobrando nas costas.</p>
<p>Quando ficava mal, pensava: vou passar fome e chegar aos meus sonhados 65 quilos. Era algo muito distante, que iria me exigir um sacrifício muito grande, mas era algo que eu teria que encarar mais cedo ou mais tarde, pois minhas calças já caminhavam para o número 46, no meu histórico familiar a obesidade estava lá, e com a chegada dos meus 30 anos, o quadro só prometia se agravar. Às vezes conseguia perder dois, três quilos, mas essa redução funcionava como um passaporte para que eu me permitisse comer novamente. Esse vai e vem me desgastava, me levava a altos e baixos constantes e às vezes se tornava muito duro encarar o espelho e não saber mais o que fazer. Foi quando já vivia esse mal estar há alguns anos que conheci o método de Ravenna através de Moema Soares, empresária da clínica baiana.</p>
<p>Para mim, não foi só uma dieta que deu certo, foi uma experiência de libertação. Não apenas porque me livrei de um corpo pesado e fora de forma, mas porque me libertei de um conflito, de uma angustia, de uma agonia que me acompanhava dia após dia.Me livrei de um lado sombrio da minha vida, que se despertava diante da mesa ou de frente para a geladeira.</p>
<p>Sem sofrer, não cheguei só até 65 quilos, cheguei até 61. Nos últimos sete meses, ouvi elogios de todos os lados e passei a me parabenizar também. Me parabenizo por ter sido inteligente de agarrar esse método, pois isso apenas já garante a vitória. Costumo dizer que o tratamento de Dr. Ravenna cria um ambiente tão confortável e favorável ao emagrecimento que, para reduzir de peso, basta se concentrar. Se concentrar em si, na medida, no corte, da distância, no desejo de se superar, de ser alguém diferente, de se conhecer e se surpreender consigo mesmo.</p>
<p>Até hoje, tem horas que ainda não acredito quando me olho no espelho, quando compro calças número 40, quando ouço pessoas me descrevendo como uma pessoa magra, quando me vejo nas fotos e gosto do que vejo, quando busco roupas para mostrar meu corpo e não mais para esconder, quando sou vista como um exemplo para os pacientes que estão começando. Posso estar com mil problemas, mas o fato de eu estar magra já me faz forte, já me dá motivos para comemorar todos os dias. Para os que estão ainda no começo, costumo dizer: agarre, é só agarrar que dá certo.</p>
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