15 aos 29 anos
J.F – 29 ANOS (sexo feminino)
Venho aqui para compartilhar com vocês minha alegria!!! Consegui também vencer a primeira etapa e, no dia 13 de agosto de 2012, entrei para o grupo de TRANSIÇÃO!!! Estou muito feliz pela conquista! Entrei aqui em março e hoje eu comemoro 22,7kg eliminados! Aprendi no Centro Terapêutico Máximo Ravenna Salvador não só a emagrecer, mas aprendi muitas outras coisas, tão importantes quanto.
Aprendi a respeitar os alimentos, mas também aprendi a me respeitar. Percebi que todos nós somos capazes de qualquer coisa, basta para isso querermos! Quando a gente quer muito alguma coisa, temos que colocar nossa meta como prioridade na nossa vida. Eu quis muito poder um dia me sentir verdadeiramente magra e hoje estou aqui super feliz e MAGRA! Para conseguir isso tive que me priorizar em diversas situações, percebi que ter amor próprio é bem diferente de ser egoísta e simplesmente me apaixonei por mim mesma, dando total prioridade às minhas vontades e necessidades.
O engraçado disso tudo foi que acabei conquistando mais a admiração das pessoas ao meu redor por me mostrar tão determinada e persistente! O apoio da clínica, dos profissionais, dos pacientes e da minha musa inspiradora, Norma Facchinetti, foram essenciais para essa minha conquista. Só tenho a agradecer a todos que, de forma indireta e direta, me ajudaram a vencer essa primeira etapa.
Sei que agora vou começar um novo desafio, talvez ainda maior que o de emagrecer, mas eu quero muiiiiiiiiiiiiiito conseguir aprender a me alimentar de forma que eu não volte a engordar! E se eu quero muito, eu vou conseguir! Apesar de ser paciente à distancia, percebi a imensa importância dos grupos terapêuticos, do apoio da clínica nesse processo! Sem o apoio e incentivo de vocês eu não estaria aqui hoje tão feliz! Obrigada!! =) Beijos
“Sem o apoio e incentivo de vocês eu não estaria aqui hoje tão feliz! Obrigada!!”
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A.V.V – 28 anos (sexo feminino)
Em tratamento
Confesso que quando ouvi falar pela primeira vez da clínica, não acreditava muito nas possibilidades oferecidas, quanto à perda de peso e dos grupos terapêuticos. Precisava perder peso, mas sempre arranjava uma desculpa quando me falavam sobre a clínica: “Ah, é distante da minha casa”, “Não tenho tempo para ir até a Tancredo Neves todos os dias só pra isso”… Fora que já vinha sendo acompanhada por uma nutricionista, mas sem perdas significantes.
No dia 20 de julho, meu aniversário, conversando com meu irmão, ele me sugeriu conhecer o tratamento, visitar a clínica e participar de um grupo, para tirar da minha cabeça o que já havia escutado sobre o método e, quem sabe, me tornar uma paciente. Fui, mente aberta, e me surpreendi. E ali decidi que ia experimentar o método. Fui à palestra com Cibele, marquei as consultas e no dia 27 de julho dei início, efetivamente, ao tratamento. Pesava 129kg, medidas astronômicas, precisando perder praticamente metade de mim. Mas confiante.
Até dezembro, foram 26,7kg perdidos, o que me fez recuperar a auto-estima, a confiança em mim e me conhecer melhor. A rotina cansativa e as armadilhas do verão me distanciaram da clínica, todo dia arranjava uma desculpa para não estar lá. Foram quatro meses de oscilação de peso. Com 7kg ganhos neste período, decidi retornar e correr atrás do prejuízo e do tempo perdido. Já eliminei 2kg e estou confiante que agora, levando o processo mais a sério, alcançarei meu objetivo logo logo. Hoje peso 107kg, saí da obesidade mórbida e estou prestes a sair da grave e entrar na moderada. Com o auxílio dos grupos terapêuticos, dos profissionais e dos colegas de tratamento, sei que conseguirei.
Confesso que quando ouvi falar pela primeira vez da clínica, não acreditava muito nas possibilidades oferecidas, quanto à perda de peso e dos grupos terapêuticos.
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J. A. F – 19 anos (sexo feminino)
Há cerca de um ano, meio que obrigada, tive meu primeiro contato com a clinica. Lembro-me como se fosse ontem o trabalho que dei para atendente na minha primeira entrevista. Depois de muito sacrifício, ela chamou Moema para ajudá-la. Ajudá-la com uma menina implicante e insistente que teimava em dizer que nada daquilo fazia sentido. Que não era possível nem saudável, quanto menos aceitável se propor a uma dieta tão restritiva quanto aquela. Moema lançou-me um desafio e disse: venha e conheça. Foi então que, movida por esse desafio, eu comecei o tratamento e passei a dar trabalho não só para a atendente, como para toda a equipe de profissionais, pois afinal eu jurava de pé junto que meu peso não era um problema.
Eu pesava 114 kg mas o problema não era a dificuldade que eu tinha em subir uma escada, era o fato de não me quererem nos times de esporte. O problema não era ter 18 anos e usar um manequim 58 era simplesmente “não gostar” de comprar roupa. O problema não era um corpo nada desejável, era a falta de um namorado. O problema não era mal conseguir dançar, era terem me convencido a desistir do ballet. O problema eram as pessoas que não me aceitavam, eram as piadas que contavam ao meu respeito, era bulling era preconceito, crueldade o que quer que fosse, mas não o meu peso. Até que logo no primeiro grupo do qual participei me questionaram: se não o problema não é esse então porque você chora tanto? E eu chorava cada vez mais e mais desesperada por ter que encarar que o problema não era apenas porque eu não queria e não aceitava que fosse.
É muito mais fácil acreditar que o problema está na forma com que o mundo funciona do que ter que lidar com o quanto a obesidade te machuca. É muito mais fácil acomodar-se uma situação e por pior que ela seja aprender (ou fingir que aprendeu) a aceitá-la, do que assumir a possibilidade de mais um fracasso. Mas então eu me dei conta que foi fazendo o mais fácil que cheguei a uma obesidade mórbida. E só a partir desse momento eu realmente comecei um tratamento, pois foi a partir daí que eu passei a tratar não só a minha obesidade mas a minha forma de encarar e lidar com as coisas. Foi quando eu comecei a olhar pra mim que eu percebi que comer porque queriam que eu emagrecesse me deixava tão em função das pessoas quanto não comer. Que da mesma forma que eu tinha compulsão por comida eu tinha compulsão por acertar, por estudar, por falar eu tinha compulsão por gente.Que eu nunca senti um desejo louco e incontrolável por guloseima nenhuma, mas que minha ansiedade em cima do que as pessoas achavam ou do quanto elas me aceitavam era tão grande que eu comia. Que eu me sentia tão mal comigo mesma, por conta do meu peso, que tentava insistentemente ser perfeita em todo o resto. Eu tinha o tempo todo que ter as melhores notas, ser melhor filha, a melhor amiga, a que mais agrada a que mais faz, a que mais ajuda a que mais tudo. Eu me via com um defeito tão grande que eu não conseguia aceitar mais nenhum outro.
Foi ao logo desse ano de tratamento que eu entendi que sou tão imperfeita quanto qualquer um aqui. Mas que sou forte o suficiente pra lidar com meus defeitos sem escondê-los, pra aceitar as criticas sem sofrer por elas, para assumir as restrições, perder 48kg e continuar caminhando com a certeza de que chegarei ao meu peso ideal. Pois o que eu tenho ganho é muito mais do que um corpo, é a reconquista de cada pedacinho meu que eu deixei se perder ao longo dos anos, é voltar a estar bem comigo mesma e a acreditar em mim, é tomar gosto por comprar roupas e sair de casa, é a possibilidade de ser vista cada vez menos e enxergada cada vez mais, é poder voltar a fazer ballet, conseguir dizer não, ser cantada na rua.É, principalmente, a construção de uma nova vida, de uma nova Juliana cada vez mais completa, feliz e autêntica. Sei que ainda tenho muito a conquistar, tanto na perda de peso quanto no meu psicológico. Mas hoje não tenho a menor dúvida de que conseguirei e de que é isso o que quero pra mim, pois se o caminho tem sido tão bom o lugar para onde ele leva só pode ser ainda melhor.
“O que estou ganhando é muito mais do que um corpo, é a reconquista de cada pedacinho meu que eu deixei se perder ao longo dos anos”
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C.S. – 29 anos (sexo feminino)
“Emagreci dez quilos em dois meses, pode parecer pouco, mas estes quilos não devem ser minimizados. Devemos aprender que 10 quilos a mais é um montão. A diferença para 80 quilos a mais é só um número, porque no momento de sentir, sentimos o mesmo, independentemente dos quilos a mais que temos que reduzir…”
Um dia minha endocrinologista me disse “não te atendo mais, estou cansada de te passar dietas e pedir que você se cuide. Você está caminhando para obesidade e não consigo parar este seu processo.” Ela se levantou e abriu a porta. Quando ela disse que a minha direção era a obesidade, me assustei.
Ela mesma me recomendou Ravenna. Fui direto a uma cabine de internet e cheguei. Fiquei para o grupo informativo e este mesmo dia, paguei a inscrição. Participei dos Grupos Claves e freqüentei o Centro todos os dias.
O primeiro que me surpreendeu foi a serenidade que encontrei depois de meia hora após participar do meu primeiro grupo. Apresentaram-me um método que a meu ver é lógico. Propuseram que eu verdadeiramente me afastasse da comida. Não tinha que registrar o que comia e nem tinha que comer a cada duas horas. Também não tinha “permitidos” fora do tratamento no decorrer da semana. Quando escutei isto, disse: “isto é lógico e na realidade não tenho que estar dependente da comida”. Eu aumentava de peso com os outros sistemas. Contei a Liliana, minha coordenadora, “- confio em vocês. Vou fazer, pela primeira vez na minha vida, o tratamento sem interferir”.
Sempre lutei contra a gordura, era a típica que tinha três quilos a mais e vivia de dieta. Eram poucos quilos, mas não os resolvia. Mas, está vez foi diferente, vinha aumentando aos poucos e em dois anos, subi 10 quilos. Embora eu não tivesse registrado que era o caminho da obesidade, havia percebido que queria “parar” e não podia. Incomodava-me esteticamente e me pesava o corpo, me sentia cansada.
Quando aumentei, mudei em algumas coisas, sem perceber: estava sempre um passo atrás em tudo. Comecei a ver como estava vestida, sempre coberta. Minha forma de ser também tinha mudado. Estava apagada, agressiva e com meu companheiro me relacionava de outra maneira. Me sentia fora do sistema. Sentia que estava “afastada”, que já “não olhavam para mim”. Na verdade, a primeira sensação que eu tive quando comecei a emagrecer, foi à juventude.
Hoje tenho quase um ano em manutenção. Isto é outra história. Agora depende só de mim. Venho ao grupo de manutenção para aprender a manter-me e a ter um corpo magro fundamentalmente. Tenho que me cuidar porque existe algumas vezes que a “gorda”, ao ver que estou magra, “ressurge”.
Emagreci 10 quilos, mas não podem ser minimizados. Houve uma pessoa que sentou ao meu lado e me disse, “- para que está ocupando um lugar?”. Lhe disse, “- se você me visse comer, não me diria isto!”.
Devemos aprender que 10 quilos a mais é um montão. A diferença para 80 quilos a mais é só um número, porque no momento de sentir, sentimos o mesmo, independentemente dos quilos a mais que temos para reduzir.
“Tenho que me cuidar porque existe algumas vezes que a ‘gorda’, ao ver que estou magra, ressurge”
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