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Caravana Ravenna na Chapada Diamantina promoveu auto-conhecimento e contato com a natureza

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A Caravana Ravenna na Chapada Diamantina, realizada entre os dias 16 e 18 de setembro de 2011, foi uma experiência que associou turismo de saúde e uma imersão no Método Ravenna, reunindo 48 pacientes da clínica de Salvador.

O resultado foram momentos de extremo contato com a natureza e com a capacidade de cada um de se movimentar em trilhas de pedras e caminhos com obstáculos, até superá-los um a um, para então admirar belas paisagens.

“A natureza não pode ser adaptada para o gordo. Estar tão perto dela fez cada paciente se sentir bem próximos do seu ideal de saúde, ao se perceberem capazes de praticar uma atividade pouco usual para pacientes em tratamento contra a obesidade”, comentou a diretora executiva do Método Ravenna no Brasil, Moema Soares.

Umas das trilhas percorridas foi a do Ribeirão do Meio, que fica a 3,5 km de Lençóis, onde a principal atração é um tobogã natural, formado pela própria cachoeira.

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Muito a comemorar – Out 2011

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A clínica de São Paulo completou um ano de vida com lançamento de livro do Dr. Ravenna e caminhada contra a obesidade

No Dia Mundial de Combate à Obesidade (11 de outubro), não apenas os resultados obtidos pelos mais de 500 pacientes que já foram tratados pelo Centro Terapêutico Máximo Ravenna São Paulo foram motivo de comemoração. O estabelecimento completou, no mesmo dia, o seu primeiro aniversário, e a data foi festejada com uma extensa programação, que teve início no dia 9, com gincana e grupo terapêutico, seguiu no dia 10, com a palestra “A importância da atividade física” e aulas especiais de dança e yoga, e culminou no dia 11, com um acontecimento muito esperado entre os pacientes brasileiros: a publicação do primeiro livro do Dr. Ravenna traduzido para o português.

O lançamento da obra A Teia de Aranha Alimentar: Quem come Quem? aconteceu em um coquetel que contou com a presença de mais de 150 pacientes da clínica, toda sua equipe de profissionais, Dr. Máximo Ravenna e a diretora executiva do Método Ravenna no Brasil, Moema Soares. Além da tradicional sessão de autógrafos com o autor, a direção da clínica paulista preparou um momento especial, em que os pacientes Carina Abud, Adriana Seragini e Gabriel Santos, de São Paulo, e Mônica Véras e George Campelo, de Salvador, deram depoimentos sobre suas experiências de emagrecimento.

Aos presentes foi possível ouvir o relato emocionado da paciente paulista Adriana Seragini, que perdeu 31,6 kg em seis meses. “Eu conquistei algo que havia perdido completamente, a confiança em mim, em meu poder, e o resgate dessa confiança teve reflexo em todos os aspectos da minha vida”, disse ela. Já o baiano George Campelo comparou a felicidade de ter conseguido emagrecer 50 quilos em 8 meses à alegria que sentiu com o nascimento do seu filho. “De quebra ganhei uma nova família, a minha família Ravenna”, comemorou. A psicanalista baiana Mônica Veras lembrou que o Método Ravenna oferece o equilíbrio perfeito entre limite e afeto. “Eu estava numa cadeira de rodas, aprisionada no meu próprio corpo. Nasci de novo, reencarnei em vida!”, festejou.
A noite prosseguiu com um animado bate-papo com Dr. Ravenna sobre o livro Teia de Aranha Alimentar – Quem Come Quem?, intermediado pela jornalista Abigail Costa. Ele abordou temas importantes da obra, alertou sobre os alimentos aditivos, e a importância de exercer o controle sobre a gana de comer quando se está diante de alimentos perigosos que podem causar compulsão. “A baixa auto-estima do gordo tem a ver com o fracasso permanente. Emagrecer é conter a frustração de ter vontade de comer de não ceder a ela. Tornar-se magro é conquistar o controle sobre sua própria vida”, disse o médico.
Uma festa com boate, distribuição de perucas e óculos e a animação da banda Velha é a Mãe finalizou a noite com muita animação e descontração. Dr. Ravenna foi um dos convidados a assumir o microfone e divertiu a todos cantando algumas canções junto com o grupo.

CAMINHADA CONTRA A OBESIDADE
No dia 12 de outubro, às 8h30 da manhã, todos se reencontraram no privilegiado cenário do Parque Alfredo Volpi. Foi lá que aconteceu a caminhada comemorativa ao Dia Mundial de Combate à Obesidade, promovida pelo Centro Terapêutico Máximo Ravenna São Paulo com o apoio do projeto Emagrece, Brasil!, da Editora Abril, representada pelas revistas Saúde, Boa Forma e pelo site MdeMulher. Os 200 participantes da caminhada tiveram a oportunidade de se exercitar numa trilha em contato direto com a natureza e refletir sobre o quanto se ganha em saúde e qualidade de vida quando se opta por uma alimentação saudável, longe dos riscos da obesidade.
Ao fim do percurso, todos receberam medalhas pela participação na caminhada e aplaudiram as palavras de Moema Soares ao lado do Dr. Ravenna. “O contato com a natureza permite uma comunicação direta com o que há de melhor em nós, e eu costumo dizer que o Método Ravenna desperta em nós o que temos de melhor. Com ele, nos descobrimos, nos transformamos e nos tornamos mais felizes e mais aptos para contribuir com o mundo que nos cerca”, disse a diretora executiva do Método Ravenna no Brasil.

500 pessoas caminhando contra a obesidade

No dia 12 de outubro, às 8h da manhã, ao mesmo tempo que, no Parque Alfredo Volpi, em São Paulo, 250 pessoas se reuniram na caminhada organizada pelo Centro Terapêutico Máximo Ravenna São Paulo, em Salvador, a mesma quantidade de participantes, entre pacientes e pessoas da comunidade, reuniram-se, no Jardim dos Namorados, para prestigiar a caminhada organizada pelo Centro Terapêutico Máximo Ravenna Salvador. O objetivo era um só: mobilizar a comunidade pela passagem do Dia Mundial de Combate a Obesidade, comemorado no dia anterior, 11 de outubro. Juntas, as duas clínicas brasileiras do Método Ravenna reuniram 500 pessoas por um projeto de vida que elege como pilares a saúde, a qualidade de vida e  a alimentação saudável.

A caminhada de Salvador foi mais uma ação comunitária de promoção da saúde promovida pela Centro Terapêutico Máximo Ravenna Salvador. Desde que foi inaugurada, a clínica promove todos os sábados, às 7h da manhã, atividades como caminhada e aula de dança, abertas à comunidade, com orientação de seus profissionais. Atualmente, as atividades acontecem no Jardim dos Namorados.

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Clínica Ravenna Salvador promove a 3ª Corrida Ravenna – Bahia Walk Running

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A 3ª Corrida Ravenna – Bahia Walk Running tem largada às 8h do dia 20 de maio, no Circuito Barra Ondina, com início no Farol da Barra. O evento, que foi sucesso nas suas primeiras duas edições, é promovido pelo Centro Terapêutico Máximo Ravenna Salvador. Nasceu como evento comemorativo do primeiro ano da clínica, em 2010, e concretiza o desejo da diretoria da Clínica Ravenna de envolver a comunidade de Salvador num evento que afirma um dos pilares do Método Ravenna: a busca pela qualidade de vida. Não apenas tornar-se magro, mas tornar-se leve, ativo, saudável.
A prova é aberta para toda a comunidade, com percursos de corrida e de caminhada, e tem um sentido especial para os pacientes do Método Ravenna que, na sua maioria, chegam à clínica com quadros de obesidade, acompanhada de sedentarismo. A prova significa, para eles, um marco de superação, ao participarem de um evento esportivo, o que se torna possível graças à perda de peso e conseqüente mudança de vida.
A Ravenna Bahia Walk Running, em 2012, acontece no dia 20 de maio, com saída do Farol da Barra, percursos de 5km e 10km para corrida e de 3km para caminhada. Todos os participantes ganham medalhas, com premiações em troféus para os três primeiros vencedores (feminino e masculino) das categorias: Geral 10km, Geral 5km, Pacientes Ravenna 10km, Pacientes Ravenna 5km, Clube de Corrida Ravenna 10km e Clube de Corrida Ravenna 5km. As inscrições custam R$ 70 e R$ 55 (para pacientes Ravenna e Clubes de Corrida). Todas as informações, no site: www.corridaravenna.com.br

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Centro Terapêutico Máximo Ravenna promove grupos especiais para crianças e adolescentes – Mar 2012

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A partir desse mês, as crianças e os adolescentes terão um motivo a mais para frequentar o Centro Terapêutico Máximo Ravenna, referência mundial no combate à obesidade. Isso mesmo, agora os pequeninos e os grandinhos de 7 a 14 anos, terão um grupo terapêutico especialmente desenvolvido só para eles: o Grupo Infanto Juvenil.

Com uma abordagem diferenciada, o grupo que será mesclado com meninas e meninos será dividido em duas etapas: a primeira parte será lúdica, com cenas de filmes, contos e brincadeiras, a outra metade terá atividade física, danças, bolas e bambolês. Os grupos serão comandados pela psicóloga infantil Yamila Cabuli e os encontros ocorrerão sempre às terças-feiras, a partir das 19 horas, com duração de 1 hora.

Com o aumento da demanda de crianças e adolescentes obesos e com sobre peso, o Centro criou esse projeto que é direcionado para atrair a atenção desse público e motivá-los a continuar o tratamento. Para Yamila, questões como a baixa autoestima, a timidez, o cansaço e a exclusão social, são alguns dos principais motivos que levam esses jovens a procurar ajuda profissional.

O emocional também é trabalhado com terapeutas para ajudar na aceitação. Os pais não ficam de fora, uma vez por mês eles participam das reuniões com os profissionais que acompanham seus filhos com o objetivo de integrar a família.

Informações adicionais através do telefone (11) 3494-5000 ou no site www.maximoravenna.com.br

Informações para a imprensa:
Rovella & Schultz Boutique Press
Marta Rovella Schultz – Roberta Rovella Radichi
Fones: (11) 3039.0777 e (11) 6459-1070
E-mail: roberta@rovellaschultz.com.br

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Entrevista: Moema Soares

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Moema Soares

A medida certa para ser magro

Se resolveu que é hora de se livrar de vez dos incômodos quilos extras, a dica é, antes de deixar de comer em excesso, aprender a ser magro. Isso requer uma mudança de relação com a vilã mais desejado do mundo: a comida.

Toda vez que a calça aperta e a balança aponta para os quilos a mais, é hora de repetir a velha promessa de iniciar uma dieta na próxima segunda-feira. A expectativa é de deixar de comer tudo que é gostoso para, enfim, fazer as pazes com o espelho. No meio do caminho, no entanto, não são poucos os que vacilam e aumentam o time das vítimas do efeito “sanfona”. O antídoto, segundo a empresária Moema Soares, à frente do Centro Terapêutico Máximo Ravenna Salvador, é investir numa mudança de comportamento diante da comida. Esse é o foco do método praticado na sua clínica, por meio de um tratamento que corta os carboidratos refinados e tem como alicerce os grupos terapêuticos, que ajudam cada “gordinho” a resignificar o valor exacerbado dado ao alimento.

PERGUNTAS

1 – Uma das características do método Ravenna é a retirada do carboidrato e do açúcar. O que é permitido comer durante o tratamento?

São cortados os carboidratos refinados. E, em pequenas medidas, são permitidos alimentos de baixo índice glicêmico, entre proteínas, frutas, verduras e laticínios.

2 – Porque é tão importante retirar os carboidratos refinados incluindo o açúcar?

Porque esse tipo de alimento gera compulsão alimentar, são alimentos que, quanto mais são ingeridos, mais vontade de comer se tem. Se pão tirasse o apetite, os restaurantes jamais ofereceriam cestas e cestas de pães de entrada. Em outras palavras, podemos dizer que os carboidratos refinados, uma vez ingeridos, disparam a secreção de insulina que gera a sensação de fome.

3 – E quais são os carboidratos permitidos?

Trabalhamos com os carboidratos complexos, de boa qualidade, presentes em frutas e verduras. Não se trata de uma dieta protéica.

4 – Durante o tratamento, os pacientes freqüentam grupos terapêuticos. Qual a função dos grupos?

O grupo é o espaço onde os pacientes dividem seus sucessos e insucessos. É lá que, apoiado por psicólogos da clínica, e por outros pacientes que estão na mesma situação, ele sustenta sua decisão de emagrecer. É nesse espaço, também, que os pacientes expõem o seu padrão de relação com a comida e passam a resignificar esse valor exacerbado dado ao alimento. E cada paciente, ao ver que o outro consegue, tem nesse “espelho” um fator de motivação e comprometimento com o tratamento.

5 – Existem outros tratamentos de emagrecimento conhecidos que se apoiam na terapia de grupo. Qual a diferença do método Ravenna?

São características marcantes do Ravenna primeiro a rapidez na eliminação do peso e o fato de, nos nossos grupos, o paciente não precisar revelar o seu peso sempre são coordenados por terapeutas, como mediadores e orientadores, não se fala de comida e sim de vida. O mais importante para nós é que ele se aproprie do conceito de limite e que ele deseje trocar a comida por uma nova e positiva expectativa diante da vida.

6 – E porquê a perda é rápida?

Trata-se de uma dieta de baixas calorias, numa quantidade abaixo do que o corpo necessita por dia, o que leva o organismo a queimar a sua própria reserva de gordura. A combustão da própria gordura pelo corpo não apenas possibilita um emagrecimento rápido como dispara uma mensagem de saciedade ao cérebro, que não torna a dieta sofrível. Tem pacientes que nem sentem vontade de comer tudo que é permitido comer durante o tratamento. Além disso, o tratamento provoca uma melhora muito rápida das taxas metabólicas do paciente.

7 – Como é uma refeição método Ravenna?

Nossas refeições são fracionadas, primeiro é servido um caldo quente que tem a função de frear a ansiedade com que a pessoa chega à mesa, depois é servida uma salada verde e, a seguir, o prato principal, que inclui uma proteína e um acompanhamento, que pode ser purê de abóbora, suflê de cenoura, legumes no vapor, entre outras opções. Daí vem a sobremesa, que pode ser uma fruta ou uma gelatina, e um café. Uma das finalidades é resgatar ao ritual das refeições, saindo do estilo fast food.

8 – A gente ouve muito falar de efeito rebote das dietas de perda rápida. No Ravenna, se fala muito em manutenção do peso a longo prazo. Como isso acontece?

O recente Congresso Mundial de Obesidade, realizado em Estocolmo, concluiu que as dietas de baixas calorias e de perda rápida são as estratégias mais eficazes para o paciente conseguir reduzir de peso e manter. Acreditamos que a dieta rápida é a única forma de o paciente ter aderência ao tratamento. Com a perda lenta, não se consegue mantê-lo em tratamento, sobretudo os que precisam perder mais de 30 qquilos de sobrepeso. Se este paciente perde um a dois quilos a cada mês, dificilmente vou conseguir que ele se mantenha em dieta até alcançar sua meta. Ao perceber o emagrecimento como algo real, ele segue em frente, alcança seu objetivo e se esforça em mantê-lo.

9 – Como se dá a prática da manutenção?

A gente entende que a manutenção é uma fase que está dentro do tratamento, por isso também existem grupos terapêuticos de manutenção. Todos os alimentos são permitidos nessa fase. O desafio de cada paciente é definir quais são suas medidas permitidas para prosseguir a vida normal sem ganho de peso, num padrão alimentar que será referência para o resto da vida. Todo paciente em manutenção se pesa todos os dias, tem a atividade física incorporada no seu dia-a-dia e opta por uma alimentação de melhor qualidade. A gente considera o método com uma escola de aprender a ser magro.

10 – Você, como paciente que emagreceu, 47 quilos com o método, qual foi o maior benefício do tratamento em sua vida?

Primeiro resgatar o meu poder de decisão, transformar a energia gasta em frustração em energia de realização e, depois, não precisar começar uma nova dieta toda segunda-feira. (risos)

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Leis brasileiras protegem pessoas obesas

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Por Daniela de Vasconcelos Ouro Reis – Psicóloga
Anna Helena Pedreira- Nutricionista

Estudos mostram a necessidade de tratar a discriminação de peso como uma forma legítima de preconceito

Nos dias de hoje, a obesidade é considerada um problema de saúde pública, não apenas no âmbito nacional, como também mundial, sendo uma grande preocupação para a Organização Mundial de Saúde (OMS). É uma doença responsável por sérias repercussões psicossociais, assim como orgânicas, atingindo tanto indivíduos na infância, como na fase adulta1. Segundo a Organização Pan-Americana da Saúde/OMS (2003), o excesso de peso afeta mais de 1 bilhão de adultos em todo o mundo e pelo menos 300 milhões são considerados clinicamente obesos.

Estudos mostram a necessidade de tratar a discriminação decorrente do sobrepeso como uma forma legítima de preconceito, comparável a outras referentes a raça ou gênero, os quais já recebem proteção legal2. Diante disso, atualmente algumas leis em diferentes cidades no Brasil buscam criar mecanismos para inclusão e proteção das pessoas obesas.

Na cidade do Rio de Janeiro, a Lei n° 5038, aprovada no dia 6 de junho de 2007, obriga que hospitais, unidades médicas de atendimento emergencial e laboratórios privados disponibilizem equipamentos adaptados ao atendimento de obesos mórbidos e graves. Os hospitais e unidades médicas de atendimento emergencial ficam obrigados a disponibilizar equipamentos que possam atender as necessidades desse público sem colocá-los em situação constrangedora e desconfortável.

No Estado de São Paulo, a Lei n° 12.283, de 22 de fevereiro de 2006, institui a Política de Combate à Obesidade e ao Sobrepeso no Estado, denominada “São Paulo Mais Leve”, que tem por finalidade implementar ações eficazes para a redução de peso, o combate à obesidade, adulta e infantil, e à obesidade mórbida da população.

Em Foz do Iguaçu, por exemplo, ainda não existem leis de proteção ao cidadão obeso. Aprovada no dia 23 de dezembro de 2004, a lei n° 3017 não libera a transposição da roleta dos veículos do transporte coletivo urbano, aos cidadãos obesos mórbidos. Os portadores de obesidade mórbida devem entrar

pela porta da frente, pagar a passagem e permanecer na parte dianteira do ônibus5.

Já na cidade de Matão, no interior de São Paulo, a lei n° 3864 de 17 de julho de 2007 considera obesas mórbidas aquelas pessoas com índice de massa corporal com IMC superior a 40kg/m² e, ao mesmo tempo, veta qualquer forma de discriminação direcionada a estes indivíduos. Ainda no município de Matão, ao Poder Público Municipal não é permitido criar restrições de qualquer ordem contra as pessoas com problema de obesidade mórbida, inclusive contra o ingresso nas carreiras públicas municipais, com exceção aos cargos ou funções cujas atribuições sejam incompatíveis com essa condição.

No que diz respeito a carreiras incompatíveis com a obesidade, não existe nenhuma lei oficial brasileira que especifique quais profissões não podem ser exercidas por pessoas obesas. O que se sabe é que profissões de risco, como policias, bombeiros, salva-vidas, atendimentos emergenciais, ou qualquer outra profissão que tenha por objetivo salvar a vida de outros indivíduos, discriminam a contratação dos obesos.

Estudos também apontam que as pessoas obesas apresentam menor probabilidade de completar os anos escolares; de serem aceitas em escolas de prestígio e ingressar em profissões desejáveis. Tais pesquisas revelam que, quanto mais obeso é o indivíduo, menor a chance de conseguir um emprego e, quando o consegue, o salário é menor do que o de uma pessoa magra.

Na cidade de Londrina, a regulamentação de determinadas práticas autoriza o poder executivo a implantar o programa de enfrentamento à obesidade mórbida na rede assistencial de saúde do município e seus componentes. Tal medida, que foi aprovada pela Lei n°9463 de 26 de abril de 2004, viabiliza ao paciente obeso mórbido o atendimento na rede especializada, com direito a um diagnóstico e avaliação clínica, assim como atendimento médico especializado; acesso à cirurgia bariátrica; fila única gerenciada pelo gestor municipal para a realização do procedimento cirúrgico; acompanhamento pós-operatório no serviço credenciado; e cirurgia plástica reparadora no serviço credenciado, decorridos dezoito meses da realização da cirurgia bariátrica, conforme critério da Portaria GM/545, de 18 de março de 2002.

O Ministério da Saúde, no uso de suas atribuições legais aprovou a Portaria GM/MS n.º 628, de 26 de abril de 2001, que libera o Protocolo de Indicação de Tratamento Cirúrgico da Obesidade Mórbida – Gastroplastia no âmbito do Sistema Único de Saúde – SUS. A justificativa do ministério da saúde para a aprovação dessa lei é a transformação que vem ocorrendo nos últimos anos nos padrões nutricionais da população brasileira, considerando que a obesidade e seus desdobramentos é uma preocupação relevante para a saúde pública, uma vez que impõe ao paciente alto fator de risco não só à saúde, como também, limitações da qualidade de vida. Essas medidas são justificadas pela prevalência da obesidade mórbida e a verificação de casos que não respondem aos tratamentos habituais, implicando num aumento da morbimortalidade de seus doentes.

Desta forma, o Ministério da Saúde vê a necessidade de ampliar a oferta de serviços na área de gastroplastia e de criar mecanismos que facilitem o acesso dos sujeitos obesos mórbidos, quando tecnicamente indicado, à realização do procedimento cirúrgico para tratamento.

Entretanto, apesar de a cirurgia bariátrica passar a ser para o Governo Nacional uma alternativa de tratamento para as pessoas obesas, essa medida não leva em consideração os fatores psicológicos, sociais e nutricionais que a cirurgia traz a um paciente. O procedimento cirúrgico propõe extinguir o aumento de peso e, ao mesmo tempo, propõe a redução do mesmo. Porém, quando dissociado dos fatores psicossociais, a probabilidade de reincidência da obesidade é alta, uma vez que o biológico não pode ser entendido como única causa desta doença.

Para que os obesos mórbidos possam ter um tratamento eficaz e com baixa probabilidade de voltar a ganhar peso, é essencial que outras propostas sejam levadas em consideração; propostas estas, que abarquem um atendimento multidisciplinar que possa pensar a obesidade em todos os seus âmbitos, ou seja, como um problema biopsicosocial, e não apenas reduzindo a problemática da obesidade à questão corporal. Para finalizar, cabe ressaltar ainda que não podemos nos esquecer do fato de que o homem é um ser multideterminado e, por esta razão, não deve ser tratado levando-se em consideração um único aspecto da sua formação pessoal.
Daniela de Vasconcelos Ouro Reis – Psicóloga
Anna Helena Pedreira- Nutricionista

Referencias Bibliográficas

1- World Health Organization (b). Preventing Chronic Diseases – a vital investment – WHO global report. Geneva: WHO; 2005
2- Felippe F, Santos, AM. Novas demandas profissionais: obesidade em foco. Ver ADPPUCRS. 5: 63-70. dez 2004;
3- BRASIL. Decreto-Lei 5038/07. Lei nº 5038, de 6 de junho de 2007. Obriga hospitais, unidades medicas de atendimento emergencial e laboratórios privados no estado do rio de janeiro a disponibilizarem equipmanetos adaptados ao atendimento de obesos mórbidos/graves. Rio de janeiro.
4- BRASIL. Decreto-Lei 12283/06. Lei nº 12.283, de 22 de fevereiro de 2006. Política de combate a obesidade e ao sobrepeso- “São Paulo mais leve”. São Paulo”
5- BRASIL. Decreto-Lei 3017/04. Lei nº 3017 de 23 de dezembro de 2004. desobriga o cidadão obeso a transpor a roleta dos veículos do transporte urbano coletivo. Foz do Iguaçu.
6- BRASIL. Decreto-Lei 3864/07. Lei nº 3864 de 17 de julho de 2007. Veda qualquer forma de discriminação aos portadores de obesidade mórbida no âmbito do município de matão e dá outras providências. Matão.
7- BRASIL. Decreto-Lei 3864/07. Lei nº 3864 de 17 de julho de 2007. Veda qualquer forma de discriminação aos portadores de obesidade mórbida no âmbito do município de matão e dá outras providências. Matão.
8- BRASIL. Decreto-Lei 9463/04. Lei nº 9463 de 26 de abril de 2004.autoriza o poder executivo a implantar o programa de enfrentamento da obesidade mórbida na rede assistencial de saúde do município e seus componentes. Londrina.
9- Organização Pan-Americana da saúde/ Organização Mundial da Saúde. 2003

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Leis brasileiras protegem pessoas obesas

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Por Daniela de Vasconcelos Ouro Reis – Psicóloga
Anna Helena Pedreira- Nutricionista

Estudos mostram a necessidade de tratar a discriminação de peso como uma forma legítima de preconceito

Nos dias de hoje, a obesidade é considerada um problema de saúde pública, não apenas no âmbito nacional, como também mundial, sendo uma grande preocupação para a Organização Mundial de Saúde (OMS). É uma doença responsável por sérias repercussões psicossociais, assim como orgânicas, atingindo tanto indivíduos na infância, como na fase adulta1. Segundo a Organização Pan-Americana da Saúde/OMS (2003), o excesso de peso afeta mais de 1 bilhão de adultos em todo o mundo e pelo menos 300 milhões são considerados clinicamente obesos.

Estudos mostram a necessidade de tratar a discriminação decorrente do sobrepeso como uma forma legítima de preconceito, comparável a outras referentes a raça ou gênero, os quais já recebem proteção legal2. Diante disso, atualmente algumas leis em diferentes cidades no Brasil buscam criar mecanismos para inclusão e proteção das pessoas obesas.

Na cidade do Rio de Janeiro, a Lei n° 5038, aprovada no dia 6 de junho de 2007, obriga que hospitais, unidades médicas de atendimento emergencial e laboratórios privados disponibilizem equipamentos adaptados ao atendimento de obesos mórbidos e graves. Os hospitais e unidades médicas de atendimento emergencial ficam obrigados a disponibilizar equipamentos que possam atender as necessidades desse público sem colocá-los em situação constrangedora e desconfortável.

No Estado de São Paulo, a Lei n° 12.283, de 22 de fevereiro de 2006, institui a Política de Combate à Obesidade e ao Sobrepeso no Estado, denominada “São Paulo Mais Leve”, que tem por finalidade implementar ações eficazes para a redução de peso, o combate à obesidade, adulta e infantil, e à obesidade mórbida da população.

Em Foz do Iguaçu, por exemplo, ainda não existem leis de proteção ao cidadão obeso. Aprovada no dia 23 de dezembro de 2004, a lei n° 3017 não libera a transposição da roleta dos veículos do transporte coletivo urbano, aos cidadãos obesos mórbidos. Os portadores de obesidade mórbida devem entrar

pela porta da frente, pagar a passagem e permanecer na parte dianteira do ônibus5.

Já na cidade de Matão, no interior de São Paulo, a lei n° 3864 de 17 de julho de 2007 considera obesas mórbidas aquelas pessoas com índice de massa corporal com IMC superior a 40kg/m² e, ao mesmo tempo, veta qualquer forma de discriminação direcionada a estes indivíduos. Ainda no município de Matão, ao Poder Público Municipal não é permitido criar restrições de qualquer ordem contra as pessoas com problema de obesidade mórbida, inclusive contra o ingresso nas carreiras públicas municipais, com exceção aos cargos ou funções cujas atribuições sejam incompatíveis com essa condição.

No que diz respeito a carreiras incompatíveis com a obesidade, não existe nenhuma lei oficial brasileira que especifique quais profissões não podem ser exercidas por pessoas obesas. O que se sabe é que profissões de risco, como policias, bombeiros, salva-vidas, atendimentos emergenciais, ou qualquer outra profissão que tenha por objetivo salvar a vida de outros indivíduos, discriminam a contratação dos obesos.

Estudos também apontam que as pessoas obesas apresentam menor probabilidade de completar os anos escolares; de serem aceitas em escolas de prestígio e ingressar em profissões desejáveis. Tais pesquisas revelam que, quanto mais obeso é o indivíduo, menor a chance de conseguir um emprego e, quando o consegue, o salário é menor do que o de uma pessoa magra.

Na cidade de Londrina, a regulamentação de determinadas práticas autoriza o poder executivo a implantar o programa de enfrentamento à obesidade mórbida na rede assistencial de saúde do município e seus componentes. Tal medida, que foi aprovada pela Lei n°9463 de 26 de abril de 2004, viabiliza ao paciente obeso mórbido o atendimento na rede especializada, com direito a um diagnóstico e avaliação clínica, assim como atendimento médico especializado; acesso à cirurgia bariátrica; fila única gerenciada pelo gestor municipal para a realização do procedimento cirúrgico; acompanhamento pós-operatório no serviço credenciado; e cirurgia plástica reparadora no serviço credenciado, decorridos dezoito meses da realização da cirurgia bariátrica, conforme critério da Portaria GM/545, de 18 de março de 2002.

O Ministério da Saúde, no uso de suas atribuições legais aprovou a Portaria GM/MS n.º 628, de 26 de abril de 2001, que libera o Protocolo de Indicação de Tratamento Cirúrgico da Obesidade Mórbida – Gastroplastia no âmbito do Sistema Único de Saúde – SUS. A justificativa do ministério da saúde para a aprovação dessa lei é a transformação que vem ocorrendo nos últimos anos nos padrões nutricionais da população brasileira, considerando que a obesidade e seus desdobramentos é uma preocupação relevante para a saúde pública, uma vez que impõe ao paciente alto fator de risco não só à saúde, como também, limitações da qualidade de vida. Essas medidas são justificadas pela prevalência da obesidade mórbida e a verificação de casos que não respondem aos tratamentos habituais, implicando num aumento da morbimortalidade de seus doentes.

Desta forma, o Ministério da Saúde vê a necessidade de ampliar a oferta de serviços na área de gastroplastia e de criar mecanismos que facilitem o acesso dos sujeitos obesos mórbidos, quando tecnicamente indicado, à realização do procedimento cirúrgico para tratamento.

Entretanto, apesar de a cirurgia bariátrica passar a ser para o Governo Nacional uma alternativa de tratamento para as pessoas obesas, essa medida não leva em consideração os fatores psicológicos, sociais e nutricionais que a cirurgia traz a um paciente. O procedimento cirúrgico propõe extinguir o aumento de peso e, ao mesmo tempo, propõe a redução do mesmo. Porém, quando dissociado dos fatores psicossociais, a probabilidade de reincidência da obesidade é alta, uma vez que o biológico não pode ser entendido como única causa desta doença.

Para que os obesos mórbidos possam ter um tratamento eficaz e com baixa probabilidade de voltar a ganhar peso, é essencial que outras propostas sejam levadas em consideração; propostas estas, que abarquem um atendimento multidisciplinar que possa pensar a obesidade em todos os seus âmbitos, ou seja, como um problema biopsicosocial, e não apenas reduzindo a problemática da obesidade à questão corporal. Para finalizar, cabe ressaltar ainda que não podemos nos esquecer do fato de que o homem é um ser multideterminado e, por esta razão, não deve ser tratado levando-se em consideração um único aspecto da sua formação pessoal.
Daniela de Vasconcelos Ouro Reis – Psicóloga
Anna Helena Pedreira- Nutricionista

Referencias Bibliográficas

1- World Health Organization (b). Preventing Chronic Diseases – a vital investment – WHO global report. Geneva: WHO; 2005
2- Felippe F, Santos, AM. Novas demandas profissionais: obesidade em foco. Ver ADPPUCRS. 5: 63-70. dez 2004;
3- BRASIL. Decreto-Lei 5038/07. Lei nº 5038, de 6 de junho de 2007. Obriga hospitais, unidades medicas de atendimento emergencial e laboratórios privados no estado do rio de janeiro a disponibilizarem equipmanetos adaptados ao atendimento de obesos mórbidos/graves. Rio de janeiro.
4- BRASIL. Decreto-Lei 12283/06. Lei nº 12.283, de 22 de fevereiro de 2006. Política de combate a obesidade e ao sobrepeso- “São Paulo mais leve”. São Paulo”
5- BRASIL. Decreto-Lei 3017/04. Lei nº 3017 de 23 de dezembro de 2004. desobriga o cidadão obeso a transpor a roleta dos veículos do transporte urbano coletivo. Foz do Iguaçu.
6- BRASIL. Decreto-Lei 3864/07. Lei nº 3864 de 17 de julho de 2007. Veda qualquer forma de discriminação aos portadores de obesidade mórbida no âmbito do município de matão e dá outras providências. Matão.
7- BRASIL. Decreto-Lei 3864/07. Lei nº 3864 de 17 de julho de 2007. Veda qualquer forma de discriminação aos portadores de obesidade mórbida no âmbito do município de matão e dá outras providências. Matão.
8- BRASIL. Decreto-Lei 9463/04. Lei nº 9463 de 26 de abril de 2004.autoriza o poder executivo a implantar o programa de enfrentamento da obesidade mórbida na rede assistencial de saúde do município e seus componentes. Londrina.
9- Organização Pan-Americana da saúde/ Organização Mundial da Saúde. 2003

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Açucares e carboidratos refinados podem causar dependência

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Certos alimentos contribuem diretamente para crescimento
da obesidade no mundo

A maneira como a bioquímica dos alimentos ricos em açúcares e carboidratos refinados afeta o cérebro e deixa os indivíduos vinculados a eles é o tema da pesquisa do norte-americano Grant Brinkworth, divulgada em 2011. O estudo de Brinkworth vem chamando atenção no mundo pelo fato provar, por meio de scaneamento cerebral, que tais alimentos agem no cérebro de forma muito similar a substâncias químicas, como a cocaína. Ao fim, ele propõe que esses alimentos passem a ser comercializados com tarja preta e o seguinte alerta: “Este alimento é aditivo”.
Os estudos de Grant Brinkworth provam que carboidratos refinados e açucares atuam no cérebro humano sob os mesmos critérios de dependência química de usuários de cocaína, anfetaminas e antidepressivos, à medida que atuam sobre neurotransmissores como dopamina e serotonina.
Na pesquisa, ele investigou, por meio de Ressonância Magnética Funcional, o cérebro de 48 mulheres jovens com idade média de 20 anos, durante a ingestão de alimentos de alta palatabilidade, como pão, milk shake e chocolate. Durante o exame, os cérebros das pacientes obesas tiveram ativadas as zonas de recompensa cerebral, a exemplo do hipocampo, que é estimulado durante o uso abusivo de substâncias químicas.
Tal pesquisa concluiu que o sucesso dos tratamentos para redução de peso depende da não-ingestão desses tipos de alimentos. “Ingerir esses alimentos durante o processo de emagrecimento é uma das causas da baixa adesão dos pacientes aos tratamentos de redução de peso”, comenta a psicóloga do Centro Terapêutico Máximo Ravenna Salvador, Fernanda Landeiro.
DIETA SEM FARINHA E AÇUCAR – “É importante entender a obesidade como um problema relacionado ao comer demais e entender o comer demais como um vínculo automático descontrolado, que pode também ser traduzido pela dependência aos carboidratos refinados: açucares e farinhas”, afirma Dr. Máximo Ravenna, idealizador de um método de emagrecimento que já tratou mais de 50 mil pessoas no mundo, e autor do livro Teia de Aranha Alimentar: Quem Come Quem, que ganhou recentemente tradução para o português.
Durante o tratamento de emagrecimento proposto pelo Método Ravenna, açucares e carboidratos refinados são proibidos. O método parte do princípio de que o desejo por tais alimentos transcende a função de saciedade. “É necessário inicialmente cortar esses alimentos que geram comportamento compulsivo para que o paciente tenha sucesso no processo de emagrecimento e consiga controlar a ansiedade pra seguir no tratamento. Numa segunda etapa, é importante mudar o comportamento em relação à comida, e isso pode ser alcançado através de um tratamento psicoterapêutico, individual ou em grupo”, explica Landeiro.
Ela relata que um estudo da Universidade de Oxford, na Inglaterra, scaneou o cérebo de pacientes obesas que nunca haviam sido submetidas a terapias, posteriormente submeteu essas pacinetes a 16 sessões de terapia cognitiva, e a seguir fez um novo scaneamento cerebral. Com isso, os pesquisadores concluíram que as áreas responsáveis pelo circuito de recompensa, como o hipocampo, passaram a ser menos ativadas após o tratamento piscoterápico. “A boa notícia é que mudando o comportamento em relação a comida, os circuitos cerebrais também são modificados”, comenta a psicóloga.

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Atenção na folia do Carnaval

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Foliões atenção! Vocês devem tomar cuidado com o que vão comer no Carnaval, pois o excesso de exercícios físicos provenientes do esforço feito durante a festa somado à alimentação desregrada e ao álcool pode resultar em problemas para a saúde, como desidratação e infecções intestinais.

Não é só porque o Carnaval começa nesta semana que a dieta terá que dançar. Pelo contrário, é hora de investir na alegria de estar bem com o próprio corpo. Se for viajar e se afastar da folia, releia as orientações nutricionais previamente elaboradas para viagens.

Agora, caso queira curtir a festa nos blocos e camarotes, na pipoca, ou escolas de samba, acesse o site de Máximo Ravenna e veja como não cair na tentação.

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A Diabetes e o Emagrecimento

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Saiba os cuidados que o diabético deve ter em relação a seu peso e veja os benefícios que o emagrecimento pode trazer para o controle da doença

Quando se fala em diabetes, a idéia que logo vem à cabeça é a da forte restrição de açúcar que deve ser adotada na dieta dos diabéticos. Muitas pessoas temem desenvolver a doença justamente porque sabem que seus hábitos alimentares deverão ser modificados – até radicalmente – para que se atinja melhor controle da enfermidade e mais qualidade de vida.

Comer um brigadeiro ou tomar aquele sorvete após o almoço já não poderá fazer parte da rotina diária. Na realidade, práticas como essas não devem ser adotadas nem por indivíduos saudáveis, já que as mesmas podem levar ao desenvolvimento de diabetes tipo 2, no futuro.

Para quem não sabe, a Diabetes Melitus é dividida em dois tipos principais, sendo que o Tipo 1, na maioria dos casos, acomete mais crianças, adolescentes e jovens (até 35 anos) e na do Tipo 2 a incidência é maior após os 40 anos. No primeiro tipo, o organismo do indivíduo não produz insulina, o que faz com que a doença se relacione diretamente com o mau funcionamento do pâncreas.

Já o Tipo 2 é relacionado com o peso, com o acúmulo de gordura visceral, o que faz com que o açúcar entre na corrente sanguínea mas não consiga penetrar no vaso sanguíneo. Segundo o cardiologista Marcos Barojas, Diretor Médico do Centro Terapêutico Máximo Ravenna, o Tipo 2 se desenvolve em um processo contínuo, lento e progressivo. “É um círculo vicioso, no qual o açúcar “sobra” no corpo e aumenta significativamente o risco de diabetes”.

Neste sentido, Barojas frisa a importância da mudança no estilo de vida do paciente, principal recomendação da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e da Sociedade Brasileira de Cardiologia como forma de tratamento e prevenção para a diabetes. “Comer melhor e menos para perder peso e manter a saúde, hábito que deve estar relacionado à prática de atividade física contínua”, diz. Sobre a dieta do diabético, o cardiologista comenta: “Pão, açúcar, batata e beterraba são carboidratos. O diabético não vai deixar de comer esses alimentos, mas deve ser feito um controle da quantidade e da qualidade do que será consumido junto ao médico ou nutricionista, para cada caso”.

O Dr. Marcos Barojas também alerta que os cuidados com a alimentação e com a medicação do diabético devem estar alinhados e recebendo acompanhamento médico sempre, já que uma dieta brusca pode causar hipoglicemia em muitos pacientes. “Se o paciente restringe a alimentação e a quantidade de alguns alimentos e continua com a mesma medicação, vai haver uma “sobra” de remédio no sangue, o que pode deixar o açúcar em níveis muitos baixos, o que causa desmaios e outros sintomas”.

Por último, o profissional, que atende os pacientes do Centro Terapêutico Máximo Ravenna, em Salvador, lembra que a perda de peso é fundamental para o controle e a prevenção da diabetes, possibilitando a redução e até a suspensão da medicação em alguns casos. “O importante é lembrar que este deve ser um processo monitorado pelo médico, que vai acompanhar cada caso individualmente”, ressalta.

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