Blog Máximo Ravenna
Oficina de Nutrição enfatiza os pilares do Método Ravenna
“Alguns comportamentos podem ser prejudiciais para a rota perfeita de queima de gordura alcançada com o tratamento. Um deles, por exemplo, é a ingestão de álcool”, Cecília Rios, nutricionista
Na última sexta-feira, 21/9, o Centro Terapêutico Máximo Ravenna Salvador realizou Oficina de Nutrição coordenada pela nutricionista Cecília Rios. Foi a primeira do calendário preparado pela clínica, que prevê uma edição por mês.
“A proposta é termos uma por mês, porque entendemos que momentos como este apóiam a tomada de decisão do paciente em relação ao seu comportamento alimentar. É uma formação contínua na base técnica do tratamento”, realçou Moema Soares, diretora executiva da Clínica de Salvador e do Método Ravenna no Brasil.
A coordenação das oficinas será realizada pela equipe de nutricionistas da clínica, que irá se revezar à frente do encontro. A próxima será dia 19 de outubro, com tema a ser definido.
Na primeira edição, com auditório lotado, a nutricionista Cecília Rios lembrou que o bom resultado do tratamento passa, sobretudo, pelo bom controle. “A dieta é o próprio remédio”.
O encontro teve como ponto de partida os pilares do Método Ravenna: Corte, Medida e Distância. Cecília se preocupou em realçar a importância desse tripé para se atingir o conforto metabólico, tão importante para seguir a dieta sem sofrimento.“Após os primeiros dias da dieta, o organismo passa a utilizar a própria gordura do corpo como fonte de energia e, a partir desse estágio, a fome diminui e passa a ser possível cumprir o tratamento com tranqüilidade e com uma eliminação de peso rápida, como esperado”.
Alguns comportamentos, porém, podem ser prejudiciais para essa rota perfeita de mobilização de gordura alcançada com o Método Ravenna. Um deles, por exemplo, é a ingestão de álcool. “A gordura e o etanol concorrem pela mesma via metabólica de queima, só que o álcool tem prioridade para ser queimado por ser tóxico. A rota de utilização de gordura, então, é quebrada e só volta a se restabelecer completamente após três dias. O primeiro sintoma é o retorno da fome”, alerta Cecília.
Outro tema abordado foi a importância da água para o processo de emagrecimento. Além de ser o lubrificante do organismo, a água compõe 70% da massa muscular. Dessa forma, a baixa ingestão de água durante o tratamento contribui para a perda de massa muscular. “No primeiro mês, já é esperado que o organismo elimine muita água por conta dos excessos alimentares pregressos à dieta de emagrecimento. Por essa razão a bioimpedância realizada a partir do 2o mês de tratamento pode evidenciar dados mais fidedignos relativos à massa magra”, explicou Cecília.
Num das intervenções feitas por Moema, ela explicou a razão pela qual muitos pacientes apontam estar sentindo mais energia durante a dieta. “Tudo que você come a mais, o organismo encara como um excesso que é transformado em reserva para um período de privação, só que as pessoas tornam-se gordas porque essa privação nunca chega”, disse ela, entre risos do auditório, e continuou: “até o dia que você entra numa dieta de baixas calorias e entende como se pode cumpri-la rigorosamente e continuar com energia”.
Após a apresentação de Cecília Rios, foi aberto o momento para perguntas dos pacientes. Uma delas foi sobre a orientação de ingerir colágeno para firmeza da pele apenas após a chegada na etapa de manutenção. “Orientamos dessa maneira porque, durante a etapa de emagrecimento, o colágeno, se ingerido, será utilizado como fonte de energia pelo organismo”.
Outra pergunta foi relativa à possibilidade de segmentar refeições, como adiar a fruta do café da manhã para o meio da manhã, na função de merenda. A resposta foi enfática: não. “Um dos objetivos de limitarmos para quatro o número de refeições diárias é diminuir o contato do paciente com a comida e isso deve ser seguido à risca, assim como o cumprimento das refeições permitidas nas horas certas, como forma de manter a rota de utilização de gordura em perfeito funcionamento”. Sobre a pergunta feita, o paciente Antônio de Paula Cavalcante lembrou de um dos lemas da dieta: “Não comeu, perdeu”, entre os risos de todos.
Confira parte de um dos depoimentos presentes no mais novo livro em português do Dr. Ravenna
“Minha vida foi durante anos um pêndulo constante. As oscilações do meu peso se manifestavam freqüentemente no meu estado de ânimo flutuante, nos vínculos inconstantes, no tudo ou nada com as pessoas. Também nas reações que tinha e nas decisões instáveis e incertas que tomava.
Vivia prostrado na cama. As apneias noturnas não me deixavam dormir, tinha enxaquecas diariamente, o colesterol muito alto, hipertensão…Em última análise, possuía uma lista interminável de problemas de saúde, diretamente associados à minha hiperobesidade.
Finalmente acabei prostrado em uma cama, abatido, completamente resignado. Só me restava uma alternativa, que considerava bastante arriscada: a cirurgia gástrica”.
Comentário do Dr. Máximo Ravenna: Nesse momento compreendi que Ricardo não só havia emagrecido há mais de 13 anos, com também tinha recuperado a lucidez, a ética, a agilidade mental, por isso era capaz de manifestar uma autocrítica dura, sincera.
Agora ele podia ver seu passado com mais clareza; com a clareza especial que só o fato de preservar uma conquista tão importante pode proporcionar.
Mas Ricardo não é bobo. Os últimos 13 anos da sua vida, nos quais se manteve magro, não conseguiram transformá-lo em num presunçoso. Ainda hoje comparece aos grupos terapêuticos e pratica os exercícios físicos.
Leia na íntegra no livro Entre Abrir e Fechar a Boca: Histórias de Obesos que Mudaram seus Destino, do Dr. Máximo Ravenna, à venda nas livrarias Cultura e Saraiva. Ricardo emagreceu 130 quilos há 13 anos, com o Método Ravenna, e mantém o peso até hoje.
Dr. Máximo Ravenna tem mais um livro
traduzido para o português
Entre abrir e fechar a boca traz oito relatos de quem passou pelo método do médico argentino, alcançou e manteve o peso ideal
Oito relatos de pessoas com os mais diferentes perfis que conseguiram vencer dois dos maiores vilões da sociedade moderna: a obesidade e o sobrepeso. Esse é o fio condutor de “Entre abrir e fechar a boca – histórias de obesos que mudaram seus destinos”, do médico argentino Máximo Ravenna, que a Editora Guarda-Chuva lança agora no Brasil. Os pacientes que se submeteram ao Método Ravenna de emagrecimento tiveram sucesso no tratamento e principalmente: conseguiram manter o novo peso sem sofrer.
Quem entrar no universo da obra vai encontrar histórias como a de Augusto, que em 11 meses eliminou 70 quilos, depois de ter se chocado contra si mesmo e o mundo por muitos anos. Outro paciente que conta sua trajetória é Gustavo, hoje com 30 anos e morador de uma cidade distante 500 km de Buenos Aires. Ele frequentou a clínica por 30 dias seguidos e, depois, manteve visitas mensais, realizando o Tratamento à Distância. Conseguiu perder 57 quilos em sete meses e há um ano se mantém assim.
E por aí seguem as experiências descritas por pessoas que conseguiram superar o drama da eterna briga com a balança. “Em todos os casos o excesso de peso se manteve aprisionado em seus corpos durante vários anos. Alguns se sentiam deprimidos, pensavam que jamais venceriam esta batalha. Contudo, hoje continuam magros. Outros eram gordos felizes… Felizes?”, provoca o autor.
Causas > Solução
Tensões familiares e/ou sociais; caos interior e falta de “freios” com tudo o que gera prazer e alívio imediato; convivência em ambientes pouco dinâmicos e repletos de alimentos altamente calóricos; consumo automático e repetitivo de alimentos viciantes; predisposição genética e comportamento sedentário… São várias as causas que levam ao excesso de peso.
Por isso, a mudança definitiva na relação com a comida proposta pelo Método Ravenna se apoia em um trabalho simultâneo focado nos aspectos clínico, físico, nutricional, psicológico, além de social, familiar e filosófico de crianças, jovens e adultos obesos ou com sobrepeso.
“Entre abrir e fechar a boca -
Histórias de obesos que mudaram seus destinos“
Editora Guarda-Chuva
Autor: Dr. Máximo Ravenna
Tradução: Beatriz Gorenstin
Páginas: 198
Preço: R$ 35
Formato: 16x23cm
Vendas em Salvador: Livraria Cultura e Saraiva
Dr. Máximo Ravenna é médico e psicanalista argentino. Já tratou mais de 50.000 pacientes com excesso de peso. Criou o Método Ravenna, que promove emagrecimento de forma saudável com ações multidisciplinares e sem uso de medicamentos ou intervenções cirúrgicas. É autor, entre outros, de “Ateia de aranha alimentar” e do best seller “Uma delgada linha entre o excesso e a medida”. Pós-graduado pela Primeira Escola Argentina de Psicoterapias, é especializado pela Harvard Medical School e tem clínicas em Buenos Aires, São Paulo e Salvador.
Frutas secas podem ser incluídas na dieta
Com atenção à medida certa, elas são uma alternativa prática e nutritiva de lanche em cardápios de redução de peso
Se a maioria das frutas está liberada nas dietas de baixa ingestão calórica, fica a pergunta: e as frutas secas? Podem fazer parte do cardápio de quem tem como meta conquistar um corpo magro?
Antes de chegar à resposta, é preciso lembrar que fruta seca é toda fruta que foi ressecada, tanto naturalmente quanto por meio de uma máquina, como um desidratador alimentício.
A secagem conserva a fruta, mesmo na ausência de refrigeração, e aumenta significantemente a sua vida útil. Quando a fruta fresca não está disponível, não pode ser obtida ou não está na época, a fruta seca é uma alternativa.
“Por não precisar de acondicionamento, são ideais para serem transportadas na bolsa, sendo uma interessante alternativa de lanche”, confirma a nutricionista Cecília Rios, à frente da equipe de nutrição do Centro Terapêutico Máximo Ravenna Salvador.
Ela esclarece, no entanto, que a porção da fruta seca deve ser equivalente a um terço da medida permitida da mesma fruta in natura, caso o paciente decida substituir uma por outra. “Se a dieta permite 100 gramas de banana, a porção permitida da fruta seca é de 30 gramas”, informa ela.
Por não conter água, a fruta seca produz menos saciedade e, por isso, pode funcionar como um vilão no mecanismo da compulsão. “Por ser pequena e unitária, parece chip e pode ser um gatilho para comer em excesso”, alerta a nutricionista.
Assim como a fruta fresca, a fruta seca também pode ser rica em vitaminas A, B1, B2, B3, B6, ácido pantotênico e sais minerais (cálcio, ferro, magnésio, fósforo, potássio, sódio, cobre, manganês). Recentemente, tem havido uma tendência crescente na venda de frutas secas “prontas para comer”; estas frutas são armazenadas em embalagens fechadas a vácuo, para melhor preservá-las.
A loja Especiaria, localizada no Caminho das Árvores, em Salvador, irá comercializar, a partir do dia 15 de agosto, porções Ravenna de frutas secas para pacientes em dieta de emagrecimento.
Frutas secas podem ser incluídas na dieta
Com atenção à medida certa, elas são uma alternativa prática e nutritiva de lanche em cardápios de redução de peso
Se a maioria das frutas está liberada nas dietas de baixa ingestão calórica, fica a pergunta: e as frutas secas? Podem fazer parte do cardápio de quem tem como meta conquistar um corpo magro?
Antes de chegar à resposta, é preciso lembrar que fruta seca é toda fruta que foi ressecada, tanto naturalmente quanto por meio de uma máquina, como um desidratador alimentício.
A secagem conserva a fruta, mesmo na ausência de refrigeração, e aumenta significantemente a sua vida útil. Quando a fruta fresca não está disponível, não pode ser obtida ou não está na época, a fruta seca é uma alternativa.
“Por não precisar de acondicionamento, são ideais para serem transportadas na bolsa, sendo uma interessante alternativa de lanche”, confirma a nutricionista Cecília Rios, à frente da equipe de nutrição do Centro Terapêutico Máximo Ravenna Salvador.
Ela esclarece, no entanto, que a porção da fruta seca deve ser equivalente a um terço da medida permitida da mesma fruta in natura, caso o paciente decida substituir uma por outra. “Se a dieta permite 100 gramas de banana, a porção permitida da fruta seca é de 30 gramas”, informa ela.
Por não conter água, a fruta seca produz menos saciedade e, por isso, pode funcionar como um vilão no mecanismo da compulsão. “Por ser pequena e unitária, parece chip e pode ser um gatilho para comer em excesso”, alerta a nutricionista.
Assim como a fruta fresca, a fruta seca também pode ser rica em vitaminas A, B1, B2, B3, B6, ácido pantotênico e sais minerais (cálcio, ferro, magnésio, fósforo, potássio, sódio, cobre, manganês). Recentemente, tem havido uma tendência crescente na venda de frutas secas “prontas para comer”; estas frutas são armazenadas em embalagens fechadas a vácuo, para melhor preservá-las.
A loja Especiaria, localizada no Caminho das Árvores, em Salvador, irá comercializar, a partir do dia 15 de agosto, porções Ravenna de frutas secas para pacientes em dieta de emagrecimento.
Estresse engorda

Situações-limite provocam mudanças no organismo que podem aumentar a fome
Pode parecer desculpa de gordinho, mas o estresse está longe de ser apenas uma justificatica para quem busca explicar a causa do ganho de peso excessivo. Basta dizer que a ansiedade é a manifestação mais nítida deste estado, que pode ter ordem física (um ferimento, uma fratura) ou psicológica (pressões no trabalho, perda de um ente querido). Muitas vezes a compulsão alimentar acontece nesse período, e esse fenômeno tem uma explicação científica.
“Submetido a situações de estresse, o corpo fabrica uma substância chamada cortisol (ou cortisona – hormônio do estresse) que estimula o aumento das células de gordura (adipócitos) em número e em tamanho, especialmente em região abdominal. Isto provoca um estado inflamatório que, por alterações metabólicas diversas, acabam por aumentar o apetite. O estresse aumenta a fome em casos onde há estimulo associativo com alimentos”, explica o psicólogo da Clínica Ravenna Salvador, Diogo Montal.
Nesses casos, ao estar exposto a fatores que desencadeiam o estresse, tais como, passar em um concurso, estudar para uma prova, término de relacionamento ou batida de carro, o indivíduo com estresse associativo com alimentos, recorre a estes objetos-comida, como forma de conseguir um desligamento momentâneo da real fonte problemática, tendo como resultado o desvio da uma conduta adequada.
“Os alimentos gratificantes e altamente palatáveis, como, sal, gordura e açúcar, produzem uma reação cerebral instantânea, derivada principalmente do carboidrato refinado, isto é, de rápida absorção e baixo poder de saciedade. Assim, são produzidos dos neurotransmissores serotonina, dopamina e noradrenalina, sensações de bem estar, disposição, elevação de humor e prazer. Um ciclo deteriorante pode ser entendido com a capacidade excitatória do estresse, culminando em rápida ingestão de alguns destes alimentos, gerando uma ilusória e efêmera quietude”, explica o psicólogo.
Segundo ele, não se deve avaliar o assunto de forma generalista, devendo cada caso de sobrepeso ser avaliado individualmente. Ainda assim, é importante assumir a disseminação do fenômeno que associa estresse e obesidade como um sintoma social.
Atividade Física: o segredo do peso estável
A prática regular de atividade física é de fundamental importância para o gasto energético e conseqüentes benefícios para os sistemas cardiovascular, articular, neural e metabólico. O nutricionista do Método Ravenna, Lucas Vieira, esclarece que o alimento é como um combustível para o corpo, o qual deve ser gasto para evitar danos ao organismo. “Quanto mais nós comemos, por obrigação, temos que gastar mais para não acumular a energia adquirida, pois a energia acumulada é estocada no nosso organismo em forma de gordura”, explica.
Com a evolução tecnológica, as pessoas estão cada vez mais sedentárias, em virtude da facilidade existente nos mais diversos dispositivos que tudo fazem por elas. No entanto, até onde tal comodidade pode ser considerada benéfica?
Segundo Vieira, o ser humano não sofreu completa evolução em relação ao metabolismo, o que faz com que o organismo tente aproveitar ao máximo dos nutrientes oferecidos por cada refeição. E, ao contrário das gerações passadas, as pessoas estão cada vez menos ativas, pois não se locomovem mais a pé ou sequer giram a chave do carro para dar partida. Desta forma, indica o nutricionista, é preciso saber fazer uma escolha saudável dos alimentos e buscar um gasto energético que seja compatível ao seu consumo.
Cardápio Ravenna agora no Al Mare
No último dia 24 de maio, aconteceu o lançamento do Cardápio Ravenna no restaurante Al Mare, no Espaço Gourmet, do Salvador Shopping, em Salvador. Cerca de 50 pacientes da clínica baiana foram experimentar as novas delícias permitidas pela dieta proposta pelo Método Ravenna, num momento também de confraternização entre pacientes e profissionais, como a nutricionista Cecília Rios e o diretor médico da clínica, Marcos Barojas. O encontro também contou com a presença da diretora executiva do Método Ravenna no Brasil, Moema Soares.
Agora o restaurante de culinária mediterrânea integra a rede de restaurantes parceiros do Método Ravenna no Brasil, oferecendo um cardápio elaborado pela equipe de nutrição da Clínica Ravenna Salvador. Opção de almoço ou jantar, o menu light é uma opção de refeição sem sair da dieta proposta pelo Método Ravenna, com deliciosas opções de pratos à base de frutos do mar.
Confiram o Cardápio:
CALDO
1) CALDO DE FRUTOS DO MAR
2) CALDO DE VEGETAIS À JULIENNE
SALADA
1) ALFACE ROXA / ALFACE AMERICANA / RÚCULA / FRUTAS VERMELHAS / PALMITO / BLUE BERRY E MORANGO (MOLHO DE FRUTAS VERMELHAS)
2) ENDÍVIA / ALFACE ROXA / TOMATE CEREJA / PÊRA (MOLHO CÍTRICO)
PRATO PRINCIPAL
1) FILÉ GRELHADO RAVENNA (ACOMPANHA PURÊ DE BANAN DA TERRA, CENOURA – DECORAR COM BRÓCOLIS E TOMATE CEREJA)
2) SALMÃO COM RATATOUILLE DE ABACAXI
3) INVOLTINO DE CAMARÃO COM BERINJELA
4) POLVO GRELHADO COM ESPINAFRE
5) CEVICHE DE ROBALO EM CAMA DE ALFACE
6) SPAGHETTI DE VEGETAIS À CAPRESE (ABOBRINHA E CENOURA À JULIENNE + PESTO, TOMATE E MUSSARELA DE BÚFALA)
SOBREMESA
1) TORRE DE FRUTAS
2) PÊSSEGO GRELHADO (COM ESPUMA DE PÊSSEGO)
BEBIDAS
1) FRAPÉ RAVENNA AL MARE: FRUTA (MORANGO OU MANGA) + GELO + IOGURTE DESNATADO
2) SUCOS DA FRUTA SEM AÇÚCAR
3) ENÉRGITO SUGAR FREE
4) ÁGUA DE COCO
5) REFRIGERANTE ZERO
6) H2O
7) MENTIROSKA
8.) CAFÉ EXPRESSO
9) CAPPUCCINO DIET/LIGHT PEQUENO
Alimentos de alto índice glicêmico são inimigos da dieta
Com já diz o ditado popular, tudo que é bom dura pouco. A famosa frase pode ser usada pra explicar o efeito dos tão consumidos alimentos de alto índice glicêmico, inimigos das dietas. Bons de sabor, duram pouco quando o assunto é saciedade. Por isso devem ser evitados quando o que se quer é emagrecer.
Pães brancos, biscoitos e massas. Desejados sim, mas longe de serem aliados da saúde e da boa forma. A nutricionista do Método Ravenna, Clara Lepkinson, explica que o Índice Glicêmico de um alimento é baseado na velocidade com que o mesmo provoca a elevação da taxa de açúcar no sangue após consumido. “Para a determinação do IG também são levados em consideração alguns fatores, como o tipo de processamento e a quantidade de fibras que o alimento contém”, explica ela.
Os alimentos mencionados são produzidos com ingredientes refinados, altamente processados e apresentam baixo teor de fibra. Têm por característica elevarem rapidamente os níveis de açúcar no sangue. Desta forma, o pâncreas se vê obrigado a liberar altas doses de insulina. O aumento brusco e a posterior queda, também brusca, do açúcar no sangue levam à sensação de fome. Estes alimentos, portanto, têm baixo poder de saciedade e dificultam o controle do apetite – da vontade de comer.
Segundo a nutricionista, além da dificuldade em controlar a ingestão, o uso crônico dos alimentos de alto IG pode ocasionar sobrecarga do pâncreas e também pode promover a ocorrência da resistência à insulina. “Neste caso, mesmo com a produção adequada de insulina, o corpo não tem sucesso em transportar o açúcar para dentro das células. A falta de energia que isso provoca faz com que o corpo responda com a sensação de fome, intencionando suprir a demanda de energia que está faltando”.
Para facilitar o processo de perda de peso, a orientação é não apenas reduzi-los, mas cortá-los do plano alimentar. “Com a ingestão carboidratos com alto IG, a saciedade é prejudicada e a sensação de fome é intensificada”, argumenta a profissional.
Modelo de quatro refeições por dia ajuda o paciente com sobrepeso a transformar o vínculo com a comida
Café da manhã, almoço, merenda da tarde e jantar. Diante da proposta de quatro refeições por dia, algumas pessoas podem perguntar: E o lanche da manhã e a ceia noturna?
A resposta, no caso de tratamento para pessoas com sobrepeso ou obesas, é simples: o maior número de refeições aproxima o indivíduo mais vezes do objeto sobre o qual ele deve ter controle: a comida.
A nutricionista do Método Ravenna, Cecília Rios, esclarece também que o número maior de refeições pode resultar num consumo energético aumentado, dificultando atingir os objetivos da intervenção dietoterápica. “O maior fracionamento da alimentação, com 6 refeições por dia, é mais indicado em dietas para ganho de peso, para gestantes, nutrizes, diabéticos e atletas, uma vez que há demanda de maior consumo alimentar para o controle do apetite, da oferta energética e do ritmo biológico”, explica.
Ela realça que o Método Ravenna propõe um o modelo de quatro refeições ao dia (desjejum, almoço, merenda e jantar), ricas em alimentos com alto poder de saciedade, de baixas calorias e hidratação abundante.”Esta conduta leva ao controle do apetite, do consumo alimentar e ao emagrecimento acelerado, o que mantém a motivação e a adesão do paciente submetido ao tratamento de emagrecimento”.
Além de comer menos vezes ao dia, mais algumas regras são necessárias para combater o comportamento tipicamente caótico dos portadores de sobrepeso e obesidade: realizar as refeições em lugares calmos, em horários regulares, saborear e mastigar os alimentos e reduzir a exposição às tentações alimentares.





















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